PNUMA
PNUMA / Relatório de oportunidades globais para o meio ambiente aponta para possibilidades reais de economias, comunidades e infra-estruturas adaptadas ao clima.
Convenção sobre o Clima da ONU – 2 a 14 de dezembro – Bali.
Bali / Nairóbi, 4 de dezembro de 2007 - A forma como fazendeiros no Sudão, comunidades vulneráveis a inundações na Argentina e ilhas ameaçadas por epidemias de dengue no Caribe têm começado a se adaptar às mudanças climáticas podem ser encontradas no novo relatório lançado hoje.
A Avaliação dos Impactos e Adaptações às Mudanças Climáticas (AIACC), que teve duração de 5 anos, fornece novos e inspiradores exemplos de como comunidades vulneráveis podem tornar suas economias “à prova do clima” nos anos e décadas subseqüentes.
Ao fazer esse trabalho, as avaliações oferecem uma base através da qual nações em risco e a comunidade internacional podem construir e fundamentar uma resposta crível e em tempo para a mudança climática que já se encontra em andamento.
Escolhas – a Tartaruga e “Lebre”
O relatório ressalta que inserir fatores climáticos nas estratégias de desenvolvimento é viável, mas em alguns casos exige que decisões difíceis sejam tomadas.
Numa espécie de versão moderna da mais famosa fábula de Aesop, o relatório destaca o caso da tartaruga e do coelho ao invés da lebre.
Um estudo do famoso Cape Floral Kingdom na África do Sul – um único e economicamente importante ecossistema – indica que a mudança climática provavelmente elevará o risco de extinção do coelho ribeirinho, espécie altamente ameaçada.
Contudo, medidas de adaptação talvez consigam preservar a tartaruga padloper, ressaltando como, através dos setores – desde biodiversidade até agricultura, água e infra-estrutura – investimentos em adaptações terão de ser direcionados de forma inteligente e calculados em relação ao seu custo-efetividade.
Mais de 9 milhões de dólares foram disponibilizados pelo Global Environmental Facility (GEF), implementados pelo Programa da Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e executados pelo secretariado START em Washington D.C., pelo TWAS e pela Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento (Adademy of Sciences for the Developing World) em Trieste, Itália.
Vinte quatro estudos de caso foram realizados dentro do projeto AIACC, incluindo onze na África. Eles abordam segurança alimentar no Sahel; pequenos fazendeiros e comunidades pesqueiras artesanais na América do Sul; cidades costeiras de pequenas ilhas no Pacífico; sociedades pastoris na Mongólia; cultivadores de arroz na bacia inferior do Mekong.
Mais de 350 cientistas, especialistas e stakeholders de 150 instituições em 50 países em desenvolvimento e 12 desenvolvidos fizeram parte das avaliações. Programas piloto de adaptação foram esboçados em vários casos e alguns deles já foram testados e mostraram resultados encorajadores.
As descobertas, histórias e recomendações dos estudos de caso AIACC foram apresentadas em dois livros recentemente publicados, “Mudança Climática e Vulnerabilidade” (Climate Change and Vulnerability) e “Mudança Climática e Adaptação”( Climate Change and Adaptation). Os resultados do projeto se encontram também resumidos no relatório técnico final e detalhados em inúmeros relatórios de apoio disponíveis em www.start.org.
Envolvimento da Comunidade e Advertência Antecipada
Um importante sucesso da avaliação foi o aumento da consciência entre cientistas, governos e comunidades locais sobre a importância da adaptação.
Ela também ressalta, em muitos casos, a necessidade de desenvolver sistemas de advertência antecipada especialmente, mas não exclusivamente, na África, onde redes de monitoramento do clima e do tempo continuam escassas, sub-financiadas ou pobremente mantidas.
Achim Steiner, Sub-Secretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, afirmou: “2007 foi, como resultado do trabalho do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC), um ano no qual a ciência da mudança climática alcançou uma finalidade – está acontecendo, não é um equívoco”.
“2007 também presenciou estratégias claras e custo-eficientes para cortar emissões de gases estufa que vão de melhorias em eficiência energética em prédios até questões de desflorestamento e agricultura”.
“Uma das maiores questões omitidas tem sido a adaptação, tanto em termos de estratégias de adaptação quanto em termos de recursos para comunidades vulneráveis. Essa avaliação, envolvendo especialistas de todo o mundo desenvolvido e em desenvolvimento, oferece uma fundação sólida e muito necessária – fundação através da qual adaptação pode se tornar parte dos planos de desenvolvimento dos países e pode ser consolidada no âmbito de assistência internacional, incluindo cooperação internacional para desenvolvimento”, continuou Sr. Steiner.
Monique Barbut, Chefe Executiva do escritório e Presidente do GEF, afirmou: “O GEF tem longo histórico de trabalho com as comunidades mais vulneráveis do mundo que desejam aprender formas sustentáveis de se adaptarem às mudanças climáticas sem sacrificar metas essenciais para o desenvolvimento”.
“Como essa ampla e intensa avaliação demonstra de primeira mão, nós estamos nos movimentando para frente num caminho extremamente focado em tecer estratégias de adaptação à vida diária. O capital do GEF trabalha hoje para garantir que segurança alimentar, acesso a água para beber e irrigar, saúde pública e outras necessidades básicas sejam protegidas agora e no futuro”, ela acrescentou.
Neil Leary do secretariado internacional do START em Washington, que juntamente com a Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento em Trieste, executou o projeto testemunhou: “Adaptação para riscos climáticos não é evento novo. Pessoas sempre estiveram sob risco em relação ao clima e têm continuamente pensado em formas de se adaptar. Mesmo assim, variações e extremos do clima regularmente excedem a habilidade de lutar, muitas vezes com efeitos devastadores, e dão evidências do que tem sido chamado de déficit de adaptação”.
“Agora, a mudança climática ameaça ampliar o déficit, como demonstrado pelo estudo AIACC. Mas tais estudos também encontraram e documentaram uma variedade de práticas de adaptação em uso que reduzem a vulnerabilidade. Construir em cima e melhorar muitas destas práticas pode servir como bom ponto de partida para adaptação aos riscos crescentes das mudanças climáticas. Reduzir emissões de gases que causam tais mudanças é necessário. Mas adaptação também é”, ele acrescentou.
A decisão de realizar as avaliações aconteceu a pedido do IPCC. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC disse que os nobres relatórios revisados contribuíram significativamente para o quarto relatório de avaliação do IPCC publicado este ano.
Destaques – África
• África do Sul
A represa do Rio Berg foi licenciada em 2004 para abastecer a Cidade do Cabo de água para uso em irrigação e para beber. As mudanças climáticas provavelmente aumentarão a pressão sob os recursos em água disponíveis nas próximas décadas na região ocidental do Cabo.
Os pesquisadores observaram vários custos e benefícios ligados às diversas medidas incluindo a capacidade da represa de criar mercados de água. Eles concluíram que “substituindo mercados de água pelos existentes sistemas de alocação elevaria substancialmente os custos marginais simulados de usuários urbanos deste recurso e levaria a redução de consumo”.
Os pesquisadores acrescentaram que tal sistema teria que levar em conta o impacto em lares pobres da região da Cidade do Cabo.
Outro estudo observou oportunidades custo-efetivas de adaptação em partes do Cape Floral Kingdom na região ocidental do Cabo - uma área de concentração de biodiversidade de grande atração turística.
Até 2050, as mudanças climáticas podem resultar na perda de habitat para mais de 10% das espécies e 6% podem precisar de realocação. Corredores de vida selvagem podem ajudar.
Uma opção pode ser também a expansão de redes de conservação, incluindo reservas. Contudo uma opção de maior custo-benefício será o pagamento de fazendeiros para que gerenciem terras para conservação ou o encorajamento de mais fazendas sustentáveis, conclui o estudo.
• Gâmbia
Algumas projeções das mudanças climáticas sugerem forte declínio de chuvas entre 2010 e o final do século na África Ocidental. Se o clima mais seco atrapalhar safras estáveis ver-se-á um declínio gradual de rendimentos a não ser que medidas de adaptação sejam tomadas.
Estes pesquisadores observaram quatro respostas, incluindo introdução e extensão da irrigação, introdução de novas variedades de plantações e uso de fertilizadores.
As descobertas demonstraram que os rendimentos com as colheitas podem aumentar mesmo em um clima mundial constrangido com safras aumentando em 13% se novas variedades forem implementadas; 1/3 se fertilizantes estiverem disponíveis e 37% se a irrigação for introduzida.
As análises indicam que novas variedades e uso de fertilizantes podem ser medidas custo-eficientes para manter rendimentos com grãos em climas mais secos. Contudo, a adoção de irrigação é considerada altamente custosa para ser economicamente viável para plantações de grãos de baixo valor agregado.
A atual renda de fazendeiros pobres pode cair se não houver assistência já que a irrigação irá requerer compra e manutenção de bombas de água à diesel. Bombas movidas à energia solar poderiam reduzir os custos em cerca de 60%.
• Sudão
Neste país três estudos de caso foram realizados em locais de seca, vulneráveis à inundação e degradados na Província de Bara no Kordokan Norte; Arbaat, estado do mar vermelho e El Fashir, Norte de Darfur para observar se comunidades podem ser mais adaptáveis a choques climáticos.
As descobertas indicam que intervenções relativamente pequenas, mas bem pensadas, se apoiadas pelo envolvimento popular e englobando maior “poder” às mulheres e serviços que vão de veterinária a micro-crédito, podem dar impulso à expectativa de vida e reduzir a vulnerabilidade.
Em Bara, um projeto piloto para desenvolver expectativa de vida sustentável foi testado sob iniciativa do programa de desenvolvimento da ONU – GEF chamado Communitu-Based Rangeland Rehabilitation for Carbon Sequestration.
Jardins irrigados de vegetais em pequena escala, gerenciamento de pestes, mudança de cabras para ovelhas, estabilização de dunas de areia e outras medidas foram testadas como iniciativas de adaptação.
O projeto em Bara propiciou o aumento da reabilitação de terras em aproximadamente 60%; a capacidade de suportar criação de animais cresceu mais de 45% e a produção alimentar foi elevada em 48%.
Em Arbaat, várias medidas práticas e institucionais foram testadas incluindo a implementação de água das chuvas nas plantações e plantação de árvores de acordo com esquemas de micro-crédito, cursos de alfabetização para mulheres e treinamento para melhorias nas práticas de agricultura.
O trabalho em Arbaat levou ao aumento da produtividade da terra em cerca de 12% e da produtividade das colheitas em quase 1/5, com melhorias tanto em qualidade quanto em quantidade de água.
Em El Fashir, a comunidade desenvolveu sua própria resposta para o clima em fase de mutação, complementada pela assistência de fora.
1. Utilização de sistemas de coleta de água conhecidos como trus juntamente com represas;
2. Respostas à invasão de areia em solos férteis através da adoção de formas de cultivo magun envolvendo escavações de buracos regularmente localizados com 15 cm de profundidade, onde se plantam melões e outras sementes.
3. Diversificação de produções incluindo abóboras, tomates, frutas cítricas, tabaco, quiabos, gergelim e pepinos.
4. Estabelecimentos de uniões de troca – a União Tradicional de Fazendeiros de Frutas e Vegetais – para organizar a produção, as plantações e a distribuição.
O projeto registrou 50% de melhorias quanto à produtividade das terras, também como resultado do dramático aumento de irrigação.
Ásia
• Mongólia
Um estudo sobre criação de animais – atividade essencial para a economia mongol – indica que impactos climáticos já estão afetando a produtividade.
No período entre 1980 e 2001, o peso médio de ovelhas, cabras e gado caiu em média 4kg, 2kg e 10 kg, respectivamente. A produção de lã e cashmere também despencou.
Modelos prevêem impactos crescentes como resultado do aumento da temperatura do ar incluindo a expansão de áreas desérticas para o norte até 2080. Estima-se que o peso de ovelhas no verão decline em média 50%, até a mesma data, como resultado de fatores que incluem estresse de calor.
A área propícia para atividades pastoris na Mongólia deve ser reduzida de 60% (alcance atual) para 20% até 2080.
Também prevalece a preocupação de que as mudanças climáticas podem intensificar eventos climáticos extremos desde secas até os fenômenos chamados dzuds – pesadas pancadas repentinas e duradouras de neve que impedem os animais de terem acesso a pastos.
Em 1999-2000 o evento de um dzud teve como conseqüência a perda de mais de 1/4 da criação de animais forçando a Mongólia a pedir assistência internacional.
Uma série de medidas esta sendo incentivada, variando de sistemas de seguro e fundos de risco para proteger pecuaristas dos choques climáticos a melhorias nos instrumentos de advertência para eventos climáticos extremos.
A revitalização do gerenciamento de atividades pastoris tradicionais, reflorestamento de sítios sujeitos a alagamentos e irrigação de terras pastoris também são propostas feitas conjuntamente com a construção de abrigos animais.
Estudos sobre impactos climáticos e possíveis estratégias de adaptação também foram implementados na Indonésia, onde a região do rio Citarum aparece como sendo extremamente vulnerável às mudanças climáticas apresentando mais inundações e secas.
Estudos indicam que muitos destes impactos podem ser minimizados se a cobertura florestal for mantida acima de 25%. Autoridades e o setor privado procuram financiar comunidades ribeirinhas para que preservem ao invés de derrubar florestas – num sistema conhecido como pagamento por serviços de ecossistema.
Segundo o relatório das AIACC “a companhia elétrica Indonesian Power também deseja apoiar atividades comunitárias de reflorestamento através de um programa de desenvolvimento para as comunidades. Com esses esforços, espera-se que a mínima cobertura florestal de 25% possa ser atingida de forma a assegurar o fornecimento contínuo de água durante estações e anos extremamente secos”.
• China
Um outro estudo na Ásia focou-se na Bacia do Rio Heihe, no noroeste da China – uma área onde os recursos aquáticos já são pesadamente utilizados se não super utilizados e onde conflitos já ocorrem por causa deste bem.
Tal estudo prevê que uma elevação da temperatura média entre 2.5ºC e 6.5ºC pode ocorrer até 2050.
Uma avaliação acerca de vulnerabilidade também foi feita e indica uma série de graves riscos emergentes como resultado das mudanças climáticas, incluindo severas faltas de água, aumento de inundações e secas e impactos no fornecimento de alimentos.
“A vulnerabilidade do ecossistema da Bacia do Rio Heihe às mudanças climáticas também é alta. O nível de vulnerabilidade é maior na parte inferior da Bacia devido à falta de gerenciamento das terras”, afirma o relatório. De fato, ele alerta para o fato de que a crescente pressão climática, populacional e exploratória dos recursos naturais pode desencadear o colapso ecológico em algumas áreas.
Os estudiosos formularam um esboço de uma lista de opções de adaptações que podem ajudar as comunidades da Bacia do Rio Heihe. Estão listadas estratégias de captação de água para irrigação; redução de vazamentos em canais de irrigação; conservação da umidade do solo através de filmes plásticos.
América
• Argentina e Uruguai
O estudo AIACC se focou no provável impacto das mudanças climáticas em inundações e tempestades nas regiões costeiras e nas terras do estuário do Rio da Prata.
Ventos e correntezas fortes e características naturais deste rio já eram fatores determinantes da vulnerabilidade de certas áreas identificadas como Baias Samborombon e de áreas acima do rio que vão até Buenos Aires e seus arredores.
Os pesquisadores previram futuras inundações resultantes das mudanças climáticas incluindo efeitos em tempestades repentinas e aumento do nível do mar.
É provável que o nível do Prata se eleve acima do nível médio do mar por causa de mudanças nos padrões de vento com aumento maior na Costa do Uruguai e no estuário do rio.
O relatório estima que, como conseqüência das mudanças climáticas e do aumento modesto da população de 1% ao ano, a população sujeita a riscos de inundações poderá ser de 1,7 milhão até 2070 – mais de três vezes o número atual.
Por volta de 1/4 de milhão de pessoas estarão vulneráveis a inundações a cada ano, ou seja, seis vezes o número atual.
Perdas em propriedades e infra-estrutura durante o período que vai de 2050-2100 podem somar entre 5 e 15 bilhões de dólares. Parte deste cálculo é baseado no pressuposto de que só ocorrerá uma tempestade forte na região metropolitana de Buenos Aires.
Estas descobertas têm sido apresentadas aos governos envolvidos conjuntamente com recomendações que incluem a revisão das defesas de cidades e costas, sistemas de advertência antecipada e estratégias de respostas a inundações.
O relatório também levanta a questão de que estratégias de adaptação tradicionais estão sendo negligenciadas devido ao crescente número de assentamentos pobres e comunidades de classe média alta sendo permitidos em baixos terrenos costeiros.
• Caribe
Prevê-se que febres hemorrágicas e síndromes de choque de dengue aumentem nos trópicos e subtrópicos como conseqüência das mudanças climáticas.
No Caribe os casos saltaram de algumas centenas por ano na década de 1980 para 8.000 por ano no início da década de 1990.
Vigora a preocupação de que a elevação nos casos de dengue possa gerar impactos econômicos na importante indústria do turismo, a qual representa aproximadamente 70% do PIB de Antígua e mais de 10% do PIB da maioria das outras ilhas.
Os pesquisadores estimam que um aumento de 2ºC na temperatura caribenha pode, até 2080, triplicar os casos de dengue.
Este estudo AIACC não apenas avaliou a probabilidade da expansão da doença, mas também apontou medidas que podem reduzir os riscos.
Ele descobriu, por exemplo, que a formação da pupa do mosquito transmissor da dengue é favorecida pelos tambores de 40 galões comumente utilizados para armazenamento externo de água. O estudo também concluiu que assentamentos informais e lares pobres, geralmente liderados por apenas uma mulher desempregada, encontram-se sob grande risco.
Educação sobre esta doença e sua transmissão, voltada para tais lares, é sugerida como uma importante estratégia de adaptação, juntamente com medidas para lidar com criações nos solos.
Um sistema de advertência piloto também foi desenvolvido e as descobertas e recomendações foram discutidas em muitos países, incluindo Jamaica e Trinidad e Tobago.
Nota aos Editores
As Avaliações de Impactos de Adaptações às Mudanças Climáticas (AIACC) foram apoiadas pela Global Environmental Facility (GEF), $7.5 milhões; Agência Americana para Desenvolvimento Internacional, $300.000; Agência Canadense de Desenvolvimento Internacional, $100.000; Fundação Rockefeller, $25.000; e Agência Americana de Proteção Ambiental, %50.000.
Instituições de países em desenvolvimento participantes promoveram co-financiamento de $1.8 milhão.
O relatório técnico completo e os relatórios suplementares das 24 avaliações regionais e nacionais podem ser encontrados em www.start.org.
As descobertas e lições dos estudos de caso das AIACC são apresentadas para a audiência geral em dois livros que acabaram de ser publicados.
Climate Change and Vulnerability, edited by Neil Leary, Cecilia Conde, Jyoti Kulkarni, Anthony Nyong, and Juan Pulhin. Earthscan, London, UK.
Climate Change and Adaptation, edited by Neil Leary, James Adejuwon, Vicente Barros, Ian Burton, Jyoti Kulkarni and Rodel Lasco. Earthscan, London, UK.
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