Editorial nº 122
Em nossa capa, mostramos que o resultado final da COP17, na África do Sul, não foi o esperado, pelo menos para aqueles preocupados com a escalada do aquecimento global. Mas houve alguns avanços que permitem acreditar que os países ainda chegarão a um acordo que faça com que as emissões de gases-estufa comecem a decrescer por volta do ano 2020 – em benefício da saúde planetária.
Reportagens aqui ao lado e na página 3 demonstram que, independentemente de metas de redução dos gases-estufa ainda não assumidas legalmente pelos países, iniciativas individuais em várias nações já vêm sendo ou podem ser adotadas – do ponto de vista técnico e financeiro – para mitigar o avanço do efeito-estufa. É o caso também de um pacote de iniciativas contra o carbono negro, tema de uma de nossas notas em Antena. Ou seja: existe um sopro de esperança, apesar dos resultados da COP17.
No artigo das páginas centrais, a ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, faz um análise da importância da Conferência Rio+20 e de suas perspectivas de promoção do desenvolvimento sustentável.
Fechamos esta edição com reportagem, em nossa contracapa, informando sobre o lançamento de um lindo calendário de mesa do premiado fotógrafo Flavio Colombini, um amante da natureza que se destaca com seus belos registros ambientais.
Um abraço e até o próximo!
Haroldo Mattos de Lemos
Presidente

