<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927</id><updated>2010-03-14T10:05:44.241-07:00</updated><title type='text'>Instituto Brasil PNUMA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/blog.htm'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.brasilpnuma.org.br/atom.xml'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6400889317774425011</id><published>2010-03-14T10:04:00.000-07:00</published><updated>2010-03-14T10:05:39.980-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 111</title><content type='html'>ABRENEWS. São Paulo: Abre, ano 13, n.82, set./out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMBIENTE URBANO. ano 4, n.42, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMASTÉCNICAS. Relatório anual 2008. São Paulo: ABNT, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. Rio de Janeiro: ABNT, n.89, v.7, jan. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL SUSTENTÁVEL. Rio de Janeiro: CEBDS, n.23, fev./mar. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL SUSTENTÁVEL. Rio de Janeiro: CEBDS, n.26, nov./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONJUNTURA ECONÔMICA. Rio de Janeiro: FGV, v.63, n.10, out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORREIO DO SENAC. Rio de Janeiro: Senac Rio, ano 60, n.695, set./out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEMOCRACIA VIVA. Rio de Janeiro: Ibase, n.43, set. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECO 21, Rio de Janeiro: Tricontinental, ano 19, n.153, ago. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCOREL, Ana Luisa. O efeito multiplicador do design. São Paulo: Senac São Paulo, 2004, 117p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACTO ABIFINA. Propriedade Industrial, Rio de Janeiro: Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, ano 3, maio/jun. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GORE, Al. Our choice: a plan to solve the climate crisis. New York: Roldale, 2009, 414p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIA SOCIOAMBIENTAL. São Paulo: Ideia Sustentável, ano 4, n.16, jun./jul./ ago. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIA SOCIOAMBIENTAL. São Paulo: Ideia Sustentável, ano 5, n.18, dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTITUTO DE MEIO AMBIENTE E ENERGIA. A bicicleta e as cidades: como inserir a bicicleta na política de mobilidade urbana. São Paulo: Instituto de Meio Ambiente e Energia, 2009. 83p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JB ECOLÓGICO. Belo Horizonte: Jornal do Brasil, ano 8, n. 96, jan. 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL. São Paulo: National Geographic Brasil, n.110, maio 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA. Brasília: Secretaria Nacional de Política Agrícola, Companhia Nacional de Abastecimento, ano 18, n.4, out./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL. São Paulo: Tocalino. ano 14, n.82, nov./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO, Maurício Andrés. “Ecologizar”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.1: princípios para a ação. 4.ed. Brasília: Universa, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO, Maurício Andrés. “Ecologizar”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.2: métodos para a ação. 4.ed. Brasília: Universa, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBEIRO, Maurício Andrés. “Ecologizar”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.3: instrumentos para a ação. 4.ed. Brasília: Universa, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANEAMENTO AMBIENTAL. ano 19, n.114, set./out. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SENAC. Ecoturismo no Brasil. Rio de Janeiro: Senac, 2003, 32p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Rio de Janeiro: Sistema Firjan, n.153, nov. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TCE NOTÍCIA. Rio de Janeiro: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, ano 8, n.64, set./dez. 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME. UNEP annual report 2008. Nairobi; Unep, 2009. 102p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6400889317774425011?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6400889317774425011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6400889317774425011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2010/03/estante-111.html' title='Estante - 111'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8638520646364583062</id><published>2010-03-14T09:53:00.000-07:00</published><updated>2010-03-14T10:03:41.230-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Empresas e Sustentabilidade</title><content type='html'>Uma das transformações mais significativas que pudemos observar nos últimos 30 anos, no contexo da gestão ambiental, foi a mudança da atitude empresarial em relação ao meio ambiente. &lt;br /&gt;Durante os anos 60, o agravamento dos índices de poluição nos países desenvolvidos exigiu uma ação governamental, que resultou no estabelecimento de padrões rigorosos de qualidade ambiental e de emissão de poluentes industriais. O desenvolvimento de tecnologias visando à redução da poluição industrial foi inicialmente direcionado para a produção de equipamentos para serem acoplados aos processos produtivos existentes (end of the pipe treatment). Os altos investimentos, incluindo operação e manutenção dos equipamentos, resultaram no aumento do custo final dos produtos. &lt;br /&gt;A atitude empresarial em relação ao meio ambiente era, portanto, predominantemente &lt;br /&gt;reativa, pois a competitividade e o meio ambiente eram totalmente antagônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;O conceito do desenvolvimento sustentável&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;O conceito de desenvolvimento sustentável proposto pela Comissão Brundtland como aquele que "atende às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades", foi aprovado pelos países durante a Rio 92.É um conceito fácil de concordar, pois é puro bom senso, mas é também muito vago, e não nos indica o que fazer para atingi-lo. Para alcançar a sustentabilidade, a humanidade terá que enfrentar três grandes desafios, relacionados com o funcionamento da biosfera e com as questões sociais no mundo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) garantir a disponibilidade de recursos naturais para continuarmos a produzir os bens e serviços que a humanidade precisa em sua vida diária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) não jogar sobre a Biosfera mais resíduos e poluição do que ela pode assimilar; c) reduzir a pobreza no mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Primeira fase para a sustentabilidade:melhorias nos processos de produção&lt;/h3&gt;Durante os anos 80, as indústrias começara a entender que fazia mais sentido investir na modificação dos seus processos de produção, dando ênfase à minimização da geração de resíduos e sua reutilização ou reciclagem, do que continuar produzindo da mesma forma e limpar a poluição no final do processo. Em 1989, o Pnuma (Progra-ma das Nações Unidas para o Meio Ambiente) lançou o Programa de Produção Mais Limpa (P+L), que possibilitava às empresas fabricarem o mesmo produto utilizando me-nos energia, menos água, menos matéria prima e gerando menos resíduos para tratamento final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dos anos 90, as indústrias passaram a adotar códigos voluntários de conduta, como a Série de Normas Internacionais ISO 14000 para sistemas de gestão ambiental. Ao adotarem tecnologias mais limpas ou sistemas de gestão ambiental, as indústrias melhoravam seu desempenho ambiental, reduziam seus cusos de produção e tornavam-se mais competitivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Segunda fase: melhorias no projetoe desenvolvimento de produtos&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;Numa segunda fase, as indústrias passaram a se preocupar com os impactos ambienais de seus produtos. Foram aprovadas normas da Série ISO 14000 sobre Rotulagem Ambiental, Avaliação de Ciclo de Vida e Introdução de Aspectos Ambientais no Projeto de Produtos Ecodesign. Como as melhorias dos processos de produção e de projeto de produtos melhoraram a competitividade das empresas, a atitude empresarial com relação ao meio ambiente passou a ser pró-ativa. Muitas empresas apresentam hoje desempenho ambiental superior ao exigido pelas normas. Mas a maioria das pequenas e médias empresas ainda acha que cuidar do ambiente é aumentar custos e reduzir competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, portanto, uma parte das indústrias estava tentando atender aos doi primeiros desafios para o desenvolvimento sustentável, isto é, estavam produzindo de forma mais eficiente, economizando energia, água e matérias primas, e também gerando menos resíduos para serem absorvidos pela biosfera. Faltava, então, atuar mais ativamente para atender ao terceiro desafio, de ajudar a reduzir a pobreza no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Terceira fase: responsabilidadesocioambiental das empresas&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;As empresas desempenham um papel social importante na geração de empregos, no pagamento de impostos e na produção dos bens e serviços que necessitamos para a nossa vida quotidiana. Mas no início dos anos 90, o papel social das empresas passou a ser discutido, com a necessidade delas assumirem um papel mais amplo na sociedade, surgindo então o conceito de Responsabilidade Social Corporativa (RSC). A RSC reflete a necessidade das empresas de devolverem benefícios para as comunidades onde estão instaladas e de onde recebem trabalhadores e recursos; e veio substituir as atividades filantrópicas tradicionais das empresas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos, menciona em seu artigo "Gestão da responsabilidade social e do desenvolvimento sustentável", de 2005, os resultados que foram alcançados pelas empresas que optaram pelo caminho da sustentabilidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) benefícios tangíveis: redução de custos, melhoria de produtividade, crescimento de receitas, acesso a mercados e capitais, e melhoria no processo ambiental;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) benefícios intangíveis: valorização da imagem institucional, maior lealdade do consumidor, maior capacidade de atrair e manter talentos, capacidade de adaptação e diminuição de conflitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;O novo desafio das empresas:economia de baixo teor de carbono&lt;/h3&gt; &lt;br /&gt;A ONU lançou, em setembro de 2009, o Estudo Econômico e Social Mundial 2009 "Promover o desenvolvimento, salvar o planeta", em que descreve as mudanças climáticas como o maior desafio humano das próximas décadas. A principal preocupação é com a mitigação, para manter as mudanças dentro de limites aceitáveis. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) concluiu que o aumento da temperatura média global não deve exceder os 2oC. Acima desse limite, as consequências serão difíceis de prever. O Banco Mundial divulgou, em outubro de 2009,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o estudo "A Economia da Adaptação às Mudanças Climáticas", que calcula o custo de adaptação para países em desenvolvimento, com elevação de 2oC, em cerca de US$ 100 bilhões entre 2010 e 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora, o grande desafio para as empresas será inovar para atingir uma economia de baixo teor de carbono. A Série ISO 14000 já publicou normas internacionais para ajudar a alcançar esse objetivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) ISO 14064 Partes 1, 2 e 3 Gases-Estufa: Especificação para a quantificação, monitoramento e comunicação de emissões e absorção por entidades e projetos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) ISO 14065 Gases-Estufa Requisitos para validação e verificação de organismos para uso em acreditação ou outras formas de reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Comitê Técnico 207 da ISO está desenvolvendo a Norma Internacional ISO 14067 sobre Pegada de Carbono, que é uma medida da quantidade de gases-estufa emitidos durante todo o ciclo de vida de um produto desde a extração de recursos naturais, fabricação, transporte, uso e até sua disposição final, em termos de CO2 equivalente. Permite conhecer e gerenciar as emissões de gases-estufa na cadeia de suprimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Japão, já encontramos rótulos de produtos, como shampoos, que indicam a quantidade de gases-estufa emitidos na produção, distribuição, uso e disposição final ou reciclagem da embalagem. Na Suécia, já encontramos rótulos em supermercados que indicam a quantidade gases-estufa emitidos na produção de alimentos. As emissões de gases-estufa de países diferentes produzem o mesmo efeito na atmosfera. Mas produtos similares de países diferentes, ou produzidos por cadeias de suprimento diferentes, podem ter pegadas de carbono muito diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As consequências do aquecimento global estão cada vez mais visíveis, como o aumento na frequência e na intensidade dos eventos climáticos extremos, como chuvas mais intensas e mais irregulares, secas mais prolongadas, tufões, furacões, derretimento das geleiras e o aumento do nível dos mares. O grande desafio para a sustentabilidade das empresas, nos próximos anos, será a redução da emissão dos gases-estufa das suas atividades e de seus produtos, contribuindo para o estabelecimento de uma economia com baixo teor de carbono e para que o aquecimento global não ultrapasse os 2oC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Haroldo Mattos de Lemos é presidente do Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, professor de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da UFRJ, presidente do Conselho Técnico da ABNT e vice presidente do Comitê Técnico 207 da Organização Internacional de Normalização (ISO)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8638520646364583062?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8638520646364583062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8638520646364583062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2010/03/empresas-e-sustentabilidade.html' title='Empresas e Sustentabilidade'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6369854821109451796</id><published>2010-03-14T09:42:00.000-07:00</published><updated>2010-03-14T10:05:31.054-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 111</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora&lt;br /&gt;Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites)&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;13 a 25 de março, em Doha (Qatar).&lt;br /&gt;Realização: Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora (Cites). &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.cites.org/eng/news/calendar.shtml"&gt;www.cites.org/eng/news/calendar.shtml&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;7º Fórum de Debates sobre Uso e Qualidade de Combustíveis/Sustentabilidade Energética &lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;25 de março, em São Paulo (SP). &lt;br /&gt;Realização: Instituto Brasileiro de .Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.ibp.org.br"&gt;www.ibp.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;33º Congresso Anual Internacional da IAEE (Associação Internacional de&lt;br /&gt;Economia da Energia)/O Futuro da Energia: Desafios Globais, Soluções Diversas&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;6 a 9 de junho, no Rio de Janeiro (RJ).&lt;br /&gt;Realização: Associação Brasileira de Estudos em Energia (AB3E) e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://ab3e.org.br/rio2010/"&gt;http://ab3e.org.br/rio2010/&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade&lt;br /&gt;(Fimai / Simai 2010)&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;9 a 11 de novembro, em São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fimai.com.br/v2/News.aspx?idNews=66"&gt;www.fimai.com.br/v2/News.aspx?idNews=66&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6369854821109451796?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6369854821109451796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6369854821109451796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2010/03/agenda-111.html' title='Agenda - 111'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8730263503409864844</id><published>2010-01-16T14:26:00.001-08:00</published><updated>2010-01-16T14:26:44.782-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='biblioteca'/><title type='text'>Estante - 110</title><content type='html'>Parte das publicações,periódicos e DVDs recebidos pela biblioteca &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Relatório anual 2008. São &lt;br /&gt;Paulo: ABNT, 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁGUAS BRASIL. Brasília: ANA, n.13, jul./ ago. 2009.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AMBIENTE URBANO. São Paulo: Institu­to Triângulo, ano 4, n.39, out. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, v.7, n.87, out. 2009.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;BOLETIM ABNT. São Paulo: ABNT, v.7, n.88, nov. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL. DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL.Cooperativismo&lt;br /&gt;mineral no Brasil: o caminho das pedras, passo a passo. Brasília: DNPM, 2008. 134p. (Bússola Mineral). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL SUSTENTÁVEL. Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;CEBDS, n.25, ago./set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONJUNTURA ECONÔMICA. Rio de Janeiro: FGV, v.63, n.10, out 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORREIO DO SENAC. Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;Senac Rio, ano 60, n.695, set./out. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEMOCRACIA VIVA. Rio de Janeiro: Iba­se, n.43, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECO 21, Rio de Janeiro: Tricontinental, ano 19, n.153, ago. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECONOMIA E ENERGIA. Rio de Janeiro:Ecen, n.74. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACTO ABIFINA. Propriedade Industrial,Rio de Janeiro: Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, ano 3, maio/jun 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMATIVO IEA. Rio de Janeiro: Ins­tituto Ecológico Aqualung, ano 15, n.86,jul./ago. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INMETRO INFORMAÇÃO. Rio de Janeiro: Inmetro, v.28, n.8, ago. 2009. &lt;br /&gt;INMETRO INFORMAÇÃO. Rio de Janei­ro: Inmetro, v.28, n.9, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INSTITUTO DE MEIO AMBIENTE E ENER­GIA. A bicicleta e as cidades: como &lt;br /&gt;inserir a bicicleta na política de mobili­dade urbana. São Paulo: Instituto de Meio Ambiente e Energia, 2009. 83p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMA, Sirayama de Oliveira Ferreira [et al.].Biodiversidade na Província Petro­lífera de Urucu. Rio de Janeiro: Petro­bras, 2008. 195p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUANIS, Manuela Mossé. Quanto custa uma unidade de preservação federal?: &lt;br /&gt;uma visão estratégica para o financia­mento do Sistema Nacional de Unida­des de Conservação (Snuc). Rio de Ja­neiro: Funbio, 2009. 52p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIEIRA, Neise Ribeiro. Poluição do ar: indicadores ambientais. Rio de Janeiro: E-papers, 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUESTRO PLANETA. Nairobi: Pnuma, set. 2009. &lt;br /&gt;ONDA CARIOCA. Rio de Janeiro: ONG Onda Carioca, n.26, out. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAGES NEWS. Bern: PAGES, v.17, n.3, out 2009.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;REVISTA DAE. 3º Workshop de Uso e Reuso de Águas Residuárias, São Pau­lo: Sabesp, n.180, ano 60, ago. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DAE. Reciclagem: tecnologias e materiais, São Paulo: Sabesp, n.181, ano 60, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA DE POLÍTICA AGRÍCOLA. Bra­sília: Secretaria Nacional de Política &lt;br /&gt;Agrícola, Companhia Nacional de Abas­tecimento, ano 18, n.3, jul./ago./set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA PENÍNSULA. Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;Assep, ano 1, n.3, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA TCMRJ. Rio de Janeiro: Tribu­nal de Contas do Município do Rio de &lt;br /&gt;Janeiro, ano 24, n.42, set. 2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA VIVERDE NATUREZA. São Pau­lo: Revista Viverde, ano 3, n.12, out./nov. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Crédito e meio ambiente, Rio de Janeiro: Sistema Fir­jan, ano 13, n.145, mar. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA AMBIENTAL. Plásticos: conci­liando o uso e as questões ambientais, &lt;br /&gt;Rio de Janeiro: Sistema Firjan, ano 13,n.151, set. 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THE BRAZILIAN-AMERICAN CHAMBER OF COMMERCE.2009 business review/&lt;br /&gt;directory: rewriting the ground rules of business: Brazil and the rise of global sustainability. The Brazilian-American Chamber of Commerce, 2009. 220p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WORLD FEDERATION OF ENGINEERING ORGANIZATIONS. Status of sustainable &lt;br /&gt;energy engineering 2009. WFEO, 2009. 49p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WWF. Living planet report 2008. Switzerland: WWF, 2008. 44p.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8730263503409864844?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8730263503409864844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8730263503409864844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2010/01/estante-110.html' title='Estante - 110'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-1232486960826900241</id><published>2010-01-16T14:18:00.000-08:00</published><updated>2010-01-16T14:23:08.561-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Mais energia e menos efeito estufa: O desafio do século XXI</title><content type='html'>Cedo, a inteligência e a criativida­de humanas começaram a diferenciar nossa espécie das demais. Avanços tecnológicos surgiram, permitindo que nossos antepassados se aquecessem melhor, comecem melhor, se defendes­sem melhor. Tais avanços, que asse­guraram o sucesso da espécie humana, tinham, no entanto uma contrapartida: &lt;br /&gt;o aumento do consumo de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa característica manteve-se ao longo do desenvolvimento das civiliza­ções. Mais progresso tornou-se sinô­nimo de maior consumo de energia. Hoje, a produção agropecuária que fornece a enorme quantidade de ali­mentos de que os bilhões de seres hu­manos necessitam, as indústrias que produzem os inúmeros itens neces­sários ao nosso conforto e qualidade de vida, os sistemas de transporte que asseguram a mobilidade de bens e pessoas, a cultura, o lazer dependem da disponibilidade de grandes quanti­dades de energia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não surpreende, portanto, que to­das as projeções apontem para uma continuidade no crescimento da de­manda mundial por energia. A Agência Internacional de Energia (IEA) prevê que essa demanda aumentará cerca de 1,5% ao ano no período de 2007 a 2030, acumulando um crescimento da ordem de 40% nesse período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A referida correlação entre cresci­mento, qualidade de vida e consumo de energia nos permite também enten­der por que, ainda segundo a IEA, a demanda energética nos países em desenvolvimento deverá crescer 2,3% ao ano no período mencionado, con­tra apenas 0,2% ao ano nos países desenvolvidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do Século XX, os combus­tíveis de origem fóssil – carvão, petró­leo e gás natural – se tornaram respon­sáveis pelo suprimento da maior parte da energia consumida no mundo. Em 2007, a participação desses combus­tíveis ultrapassou 81%. &lt;br /&gt;Aperfeiçoamentos tecnológicos e avanços na legislação permitiram mi­nimizar os impactos ambientais ao longo do ciclo de vida dos combustí­veis fósseis; aproximava-se o momen­to em que as chaminés e canos de descarga exalariam não mais do que vapor d'água e um gás incolor, inodoro e praticamente inerte: o dióxido de carbono – CO2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último quarto do século passa­do, no entanto, começaram a se acu­mular evidências de que a temperatura média da superfície da Terra estava aumentando, a uma taxa mais rápida do que a previsível com base na evo­lução natural do planeta. Estudos e pesquisas começavam a apontar com crescente grau de certeza que tal aque­cimento se correlacionava a uma in­tensificação do fenômeno natural cha­mado efeito estufa. E que tal intensifi­cação se devia ao aumento da concen­tração na atmosfera dos chamados gases de efeito estufa. E que dentre eles se destacava o CO2, justamente aquele gás incolor, inodoro e pratica­mente inerte...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À medida que se evidenciava ser o aquecimento da superfície do planeta capaz de provocar de fato uma mu­dança global do clima, com potencial de impactar as atividades humanas, crescia a pressão sobre organismos internacionais, governos e empresas no sentido de que fossem adotadas medidas capazes de impedir que a mudança climática atingisse amplitu­de capaz de afetar catastroficamente &lt;br /&gt;o meio ambiente, a economia e as condições de vida das sociedades humanas. &lt;br /&gt;Tal pressão se exerceu com mais intensidade sobre a indústria de ener­gia. Afinal, as emissões de gases de efeito estufa por essa indústria repre­sentaram mais de 63% das emissões totais em 2005 e poderiam vir a repre­sentar cerca de 71% do total em 2030. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe hoje um quase consenso quanto à necessidade de se limitar a 2ºC o aumento médio da temperatura global neste século, de modo a reduzir a probabilidade de ocorrência de fenô­menos climáticos desastrosos. Se não forem, no entanto, adotadas medidas mais eficazes para a mudança do perfil atual de emissão de gases de efeito estufa, é projetado um aumento de temperatura da ordem de 6ºC, com danos extensivos aos ecossistemas, secas e inundações, elevação acentu­ada do nível do mar e proliferação de doenças, impactando fortemente a economia e a sociedade. &lt;br /&gt;Diversos cenários de emissão de gases de efeito estufa capazes de limitar o aquecimento global estão sen­do avaliados. Um dos que vêm sendo objeto de maior atenção é o chamado Cenário 450, o qual propõe que a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera seja estabilizada em 450 partes por milhão (ppm) de CO2 equivalente, em uma perspectiva de longo prazo. Estima-se que tal con­centração ofereça 50% de probabilida­de de que o aumento da temperatura média global fique limitado a 2ºC. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cenário 450 prevê redução subs­tancial nas emissões de CO2 associa­das à indústria de energia. Essas emis­sões deverão atingir um pico da ordem de 30,9 gigatoneladas por volta de 2020 e declinar para 26,4 gigatoneladas em 2030 (uma gigatonelada corresponde a um bilhão de toneladas). A dimensão do esforço necessário na área de ener­gia pode ser mais bem avaliada consi­derando que, se nenhuma medida adi­cional for adotada para alterar o atual padrão de consumo, as emissões de CO2 relacionadas à energia deverão atingir 34,5 e 40,2 gigatoneladas em 2020 e 2030, respectivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implementação do Cenário 450 exige que os países desenvolvidos (mem­bros da OCDE e outros países da União Européia) assumam desde já compro­missos de redução de emissões com foco em 2020. África do Sul, Brasil, China, Rússia e países do Oriente Mé­dio deverão adotar compromissos de redução a partir de 2020, fazendo com que as emissões de CO2 desse grupo de países declinem de um pico de 12,6 gigatoneladas em 2020 para 11,1 giga­toneladas em 2030. Ainda assim, o total de emissões em 2030 será superior em cerca de 14% ao registrado em 2007, assegurando a esses países um espa­ço para promoção do desenvolvimento econômico e da melhoria da qualidade de vida de suas populações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alcance do objetivo de se estabi­lizar a concentração de CO2 na atmos­fera em 450 ppm demandará diversos tipos de ações na área de energia, com a mobilização de todas as fontes energéticas capazes de promover re­dução da intensidade de emissão de gases de efeito estufa. A maior parcela (cerca de 52%) do total de 13,8 gigato­neladas de CO2, cuja emissão deverá ser evitada em 2030, corresponde à melhoria da eficiência energética de prédios, veículos, eletrodomésticos e de processos e equipamentos indus­triais. Outros 20% estarão associados ao incremento do uso de fontes reno­váveis, 10% à maior utilização da ener­gia nuclear e mais 10% à aplicação de tecnologias de captura e armazena­mento de carbono. O incremento do uso de biocombustíveis responderá por 3% da redução necessária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As iniciativas para a materialização do Cenário 450 pressupõem um cres­cimento expressivo da participação das fontes menos emissoras de CO2 na matriz energética mundial. Em 2030, tomando como referência uma projeção baseada nos atuais padrões de consumo, a IEA estima que a de­manda por energia proveniente de cen­trais nucleares deverá ser 49% maior, enquanto as hidrelétricas fornecerão 21% a mais de energia. A quantidade de energia proveniente de biomassa e resíduos e a suprida por outras fontes renováveis terão acréscimos de 22% e 95%, respectivamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, a quantidade de energia suprida pelos combustíveis fós­seis sofrerá, nas mesmas bases, redu­ção significativa: -47% no caso do car­vão,-15% para o petróleo e -17% no que diz respeito ao gás natural. É interes­sante observar, no entanto, que, apesar dessa expressiva redução, os combus­tíveis fósseis manterão ainda uma posi­ção predominante na matriz energética mundial. Mesmo no Cenário 450, os combustíveis fósseis serão responsá­veis pelo suprimento de mais de 68% da energia consumida no mundo em 2030, aspecto que mais uma vez ratifica a importância desses energéticos para o desenvolvimento econômico e social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção do Cenário 450 ou de qual­quer outro que permita limitar o aqueci­mento global a níveis seguros exigirá um alto nível de articulação internacio­nal e o engajamento de toda a socieda­de, que provavelmente se verá em face da necessidade, sempre penosa, de mudar hábitos de consumo e estilos de vida. A mudança do clima é um proble­ma global, mas que somente será re­solvido por ações e iniciativas a serem implementadas em todos os países e regiões. Esse engajamento global, ca­paz de levar em conta as diferentes necessidades, possibilidades e inte­resses de cada uma das partes envol­vidas, está se constituindo em um de­safio novo para a humanidade. Mas quem sabe se revele também como uma oportunidade de estabelecermos uma forma mais madura e cooperativa de relacionamento entre os povos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Luis Cesar Stano é Gerente de Desempenho em Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Petrobras &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-1232486960826900241?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1232486960826900241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1232486960826900241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2010/01/mais-energia-e-menos-efeito-estufa-o.html' title='Mais energia e menos efeito estufa: O desafio do século XXI'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-222029741867606528</id><published>2010-01-16T14:08:00.000-08:00</published><updated>2010-01-16T14:13:24.096-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 110</title><content type='html'>&lt;h3&gt;UniCedae 2010/Exposição de Tecnologia e Equipamentos para Saneamento&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 14 a 16 de abril, no Rio de Janeiro (RJ). &lt;br /&gt;Realização: Aseac (Associação dos Empregados de Nível Universitário da Cedae). &lt;br /&gt;Informações pelo tel. (21) 3035-3100 e (11) 3044-4410 ou pelo email unicedae@fagga.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Fiema (Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente)&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 27 a 30 de abril,em Bento Gonçalves (RS). &lt;br /&gt;Realização: Proamb. &lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fiema.com.br"&gt;www.fiema.com.br&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-222029741867606528?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/222029741867606528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/222029741867606528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2010/01/agenda-110.html' title='Agenda - 110'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8533338597496069947</id><published>2009-11-23T11:54:00.000-08:00</published><updated>2009-11-23T12:02:16.926-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Rosto Humano às Mudanças Climáticas</title><content type='html'>&lt;p&gt;Por Thalif Deen&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;18/11/2009  (IPS) – Relatório da ONU sobre às mudanças climáticas aborda  uma nova perspectiva humana em relação a um debate que se tem centrado,  em especial, na eficiência energética e nas emissões industriais  de carbono. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;As mudanças  climáticas são muito mais do que emissões de gases que provocam o  efeito estufa, afirma o estudo apresentado pelo Fundo de População  da Organização das Nações Unidas (UNFPA). Também é a  dinâmica demográfica, a pobreza e a igualdade de gênero. “A medida  que a velocidade do crescimento demográfico, das economias e do consumo  superam a capacidade de ajuste da Terra, às mudanças climáticas podem  se tornar muito mais extremas, e possivelmente, catastróficas”, adverte  o “Estado da População Mundial 2009”.&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A diretora  executiva do UNFPA, Thoraya Ahmed Obaid, destacou que o dano ambiental  é “um dos riscos mais injustos de nosso tempo”. “O  rastro de carbono de milhões de pessoas pobres na Terra é 3%  do total mundial, apesar de serem os mais pobres, especialmente as mulheres,  que suportarão a carga desproporcionada das mudanças climáticas”,  disse. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em um contexto  de aumento da população mundial – que se aproxima de 7 milhões  de pessoas – cada vez há mais evidências de que às mudanças  climáticas são uma consequência da atividade humana. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“A influência  da atividade humana sobre o clima é complexa; diz respeito ao que consumimos,  ao tipo de energia que produzimos e utilizamos, se vivemos na cidade  ou no campo, em um país rico ou pobre, se somos velhos ou jovens, ao  que comemos, inclusive a medida que os homens e as mulheres disfrutam  da igualdade de direitos e oportunidades”, afirma o relatório. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O estudo foi  difundido pouco antes da 15 Conferência das Partes (COP15) que ocorrerá  entre os dias 7 a 18 de dezembro em Copenhague. Um acordo internacional  que ajude a reduzir as emissões de gases do efeito estufa e que aproveite  a perspectiva e a criatividade de mulheres e homens servirá para lançar  uma estratégia mundial efetiva à longo prazo para abordar o aquecimento  global. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas durante  a conferência de líderes mundiais realizada na semana passada em Singapura,  foi decidido apostar somente em um acordo “politicamente vinculante”  em Copenhague, e se esquecer do tratado legalmente vinculante - talvez  até uma conferência futura no próximo ano que ocorrerá no México. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Consultado  sobre o cenário político, Richard Kollodge, editor do relatório do  UNFPA, disse a IPS: &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Mesmo que  a conferência de Copenhague tenha ou não como resultado um tratado  ratificante sobre às mudaças climáticas, o processo de se trabalhar  para um acordo global que estabilize o clima e afronte os impactos continuarão  por muito tempo”. A UNFPA seguirá promovendo o fortalecimento das  mulheres, através da educação das meninas e um maior acesso a saúde  reprodutiva e planificação familiar voluntária, disse. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Kollodge também  afirmou que este relatório terá relevância para outros temas,  além de Copenhague. Ao dirigir-se aos presentes durante a última conferência  da ONU sobre as mudanças climáticas, em setembro, a presidenta finlandesa  Tarja Halonen se focou na perspectiva de gênero. “Sabemos que as  mudanças climáticas afetará seriamente as regiões mais pobres e  aos grupos humanos mais frágeis”. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por volta de  70% dos pobres do mundo são mulheres, e elas são as que mais  sofrerão os efeitos das mudanças climáticas, disse. “Ao ajudar  as mulheres a sobreviver no cotidiano, podemos promover os objetivos  gerais do desenvolvimento sustentável”. Halonen também disse que  as mulheres serão poderosas agentes na mitiação das mudanças climáticas.  “Necessitamos garantir a participação plena e ativa das mulheres,  tanto na redação como na implementação do novo acordo”, disse.  Obaid afirmou que o estudo da UNFPA mostra que as mulheres tem o poder  de se mobilizarem contra o aquecimento global, mas esse potencial pode  ser eficaz somente através de políticas que garantam poderes a elas. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ampliando o  debate, o relatório aponta que as mudanças climáticas dizem respeito  aos seres humanos. “As pessoas causam às mudanças climáticas, mas  também são afetadas por elas. E elas devem se adaptar ao aquecimento  global; e somente nós temos o poder de mitigar seus efeitos”, argumenta.  A influência das mudanças climáticas sobre as pessoas é descrita  como “complexa”, já que aumenta as migrações, destrói os meios  de sustento, altera as economias, impossibilita o desenvolvimento   e exacerba as desigualdades entre os sexos. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O relatório  enumera vários riscos relativos às mudanças climáticas. Para 2075,  entre 3000 e 7000 milhões de pessoas poderão enfrentar uma escassez  crônica de água, e é possível que um em cada seis países sofram  uma crise alimentar devido a secas severas. Além disso, 30% das espécies  de plantas e animais podem vir a se tornarem exitintas se o aumento  da temperatura global superar os 2,5 graus. Entretanto, segundo as estimativas  atuais, a temperatura mundial média poderá aumentar em 6,4 graus já  no final deste século. Já o nível do mar poderá se elevar em até  43 centímetros, ameaçando a existência dos pequenos estados insulares. &lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=93982" target="_blank"&gt;http://www.ipsnoticias.net/&lt;wbr&gt;nota.asp?idnews=93982&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;*Tradução  livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto  Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do  site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8533338597496069947?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8533338597496069947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8533338597496069947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/11/rosto-humano-as-mudancas-climaticas.html' title='Rosto Humano às Mudanças Climáticas'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-935572292016856040</id><published>2009-11-06T03:35:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T03:38:27.944-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>5º Seminário Nacional de Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor</title><content type='html'>O Grupo PMI-Rio no Terceiro Setor, grupo estratégico do chapter Rio de Janeiro, do Project Management Institute, dando continuidade às suas atividades de promover conhecimentos que possam contribuir para melhorar o gerenciamento de projetos no Terceiro Setor, comunica a realização do 5º Seminário Nacional de Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste evento serão abordados temas relacionados a conceitos e práticas utilizados para melhorar o desempenho dos projetos e a eficiência da gestão nas organizações do terceiro setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público-alvo compreende dirigentes, gerentes, colaboradores e patrocinadores das organizações do terceiro setor, profissionais da área de gerenciamento de projetos e a comunidade em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 16 de novembro de 2009&lt;br /&gt;Horário: das 9h às 17:30h&lt;br /&gt;Local: Av. Presidente Vargas, 730 - Rio de Janeiro/RJ - Prédio do Banco Central - Metrô Uruguaiana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições: por meio do e-mail &lt;a title="blocked::mailto:seminariogp3s@pmirio.org.br" href="mailto:seminariogp3s%40pmirio.org.br" target="_blank" rel="nofollow"&gt;seminariogp3s@ pmirio.org. br&lt;/a&gt;, informando os seguintes dados:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;:Nome do participante&lt;/li&gt;&lt;li&gt;:E-mail para confirmação&lt;/li&gt;&lt;li&gt;:Telefone&lt;/li&gt;&lt;li&gt;: CPF (com a finalidade de identificação para acesso ao prédio)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;: Organização/Empresa:Cidade/UF&lt;/li&gt;&lt;li&gt;:O recebimento de certificados está condicionado à doação de 1 quilo de alimento não perecível no dia do evento. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Este evento dá direito a 7,0 PDU´s.  O local do evento tem capacidade para 250 pessoas, e as inscrições serão confirmadas por ordem cronológica de recebimento, a partir da data de publicação deste comunicado, encerrando-se, impreterivelmente, em 10 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contamos com a sua presença e colaboração na divulgação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-935572292016856040?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/935572292016856040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/935572292016856040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/11/5-seminario-nacional-de-gerenciamento.html' title='5º Seminário Nacional de Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4736995911346192460</id><published>2009-09-26T08:48:00.001-07:00</published><updated>2009-09-28T09:30:39.374-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>UFRJ AMBIENTÁVEL</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/UFRJ-Ambiental-2009-729882.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/UFRJ-Ambiental-2009-729879.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É evento realizado no Centro de Tecnologia (Ilha do Fundão, Rio de Janeiro, RJ) pelo curso de graduação em Engenharia Ambiental da UFRJ. Neste ano acontecerá dos dias 20 a 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo do evento é a discussão de temas relacionados ao meio ambiente, promovendo-se, para tanto, mesas-redondas, exibição de filmes, apresentação de artigos, palestras, mini-cursos e visitas técnicas, além do estimulo à interação entre encontristas e palestrantes, objetivando troca de experiências e opiniões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo realizado pelo seu 5° ano consecutivo, o UFRJ Ambientável abordará o tema “Indústria Verde: Práticas Atuais e Desafios Rumo à Sustentabilidade” com palestras sobre produção mais limpa (P+L), reaproveitamento de recursos, políticas públicas, relatórios de sustentabilidade, logística reversa e meio ambiente,entre outros . No contexto estabelecido, atentamos o foco em iniciativas que aliam responsabilidade ambiental e social no processo produtivo dessas indústrias. Tendo em vista que cada vez mais, empresas e organizações buscam formas de utilizar os recursos disponíveis sem comprometer a qualidade de vida das gerações futuras, divulgaremos inovações tecnológicas, científicas e metodológicas nessa área.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para mais informações, é possível o acesso ao site &lt;a href="http://www.ufrjambientavel.poli.ufrj.br/"&gt;http://www.ufrjambientavel.poli.ufrj.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4736995911346192460?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4736995911346192460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4736995911346192460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/09/ufrj-ambientavel.html' title='UFRJ AMBIENTÁVEL'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5546194444010578035</id><published>2009-09-26T08:48:00.000-07:00</published><updated>2009-09-26T08:52:05.834-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Por que importa o caminho para Copenhague?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;BBC Mundo&lt;/strong&gt; - Esta semana, os líderes mundiais se reunem em Nova York e em Pittsburgh, Estados Unidos, para debaterem sobre as mudanças climáticas e discutirem a situação financeira internacional. José María Figueres, ex presidente de Costa Rica, Juan Mayr, ex ministro do Meio Ambiente da Colômbia e Marina Silva, ex ministra do Meio Ambiente do Brasil explicaram a BBC porque são cruciais essas reuniões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sair da atual crise econômica mundial e afrontar o desafio das mudanças climáticas são os objetivos que podem ser alcançados conjuntamente se levarmos ao mundo uma economia baixa em emissões de carbono. Análises realizadas por Lord Stern, entre outros, demostraram que os argumentos ecônomicos para adotar medidas imediatas que mitiguem os efeitos das mudanças climáticas são cansativos. As reuniões que ocorrem nos Estados Unidos devem estar focadas em realizar tal objetivo. A importância desses encontros não pode ser minimizada e o êxito da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP15), a ser realizada em Copenhague em dezembro, onde os líderes do mundo voltarão a se reunir com a intenção de alcançar um novo acordo mundial na luta contra o aquecimento global, estará determinado em grande medida pelos progressos realizados até agora. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A evidência científica é clara: o mundo não pode continuar com os atuais níveis de contaminação. Existe um amplo consenso na comunidade científica de que o limite máximo em relação aos níveis de carbono na atmosfera não devem superar as 350 partes por milhão (PPM). Hoje em dia, como resultado direto das atividades humanas, tais níveis se situam em 386 PPM. Portanto, é essencial que cada país transforme seu modelo de desenvolvimento ecônomico até um baixo nível de emissões de carbono compatível com o crescimento e a ecologia do planeta. A transição até esse modelo econômico de baixas emissões de carbano só ocorrerá se todas as nações tomarem consciência da gravidade desse assunto; o compromisso de todos os países, tanto dos desenolvidos como dos emergentes é vital. Os primeiros, como principais emissores de partículas contaminantes, devem atuar urgentemente. Mas de igual importância os países em vias de desenvolvimento devem evitar uma industrialização com altas emissões de carbono. &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Dilema&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O dilema de como promover o crescimento econômico sem prejudicar o meio ambiente não é um problema novo. E não se limita aos países em desenvolvimento. Em efeito, com exceção de alguns poucos, em sua maioria europeus, os países do mundo industrializado não reduziram suas emissões o suficiente para dar a eles uma autoridade moral ou alguma vantagem prática nesse debate.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto que algumas nações estão tomando medidas efetivas – Dinamarca, por exemplo, conseguiu diminuir suas emissões de carbono e consumo enérgetico mesmo que tenha aumentado seu PIB  - existem muitos outros países que só estão preparados para assumir pequenos compromissos que são inferiores dos níveis requeridos. A COP15 representa uma oportunidade real para que os representantes das 192 nações do planeta atuem em favor do interesse de toda a humanidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas se essas mudanças são um verdadeiro desafio para os países mais ricos do planeta, são mais ainda para as economias em vias de desenvolvimento. Nesse sentido, é importante destacar que  países como os nossos também estão tomando ações positivas e que nossa determinação é firme. Diferentes planos estão sendo colocados em prática para reduzir as emissões, renunciar as práticas não sustentáveis e fazer uma eficiente transição as novas tecnologias de energias limpas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O plano da Costa Rica sobre as mudanças climáticas, por exemplo, exige um processo de transição a neutralidade nas emissões de carbono para o ano de 2021; um programa ambicioso, mas que pode ser alcançado. O Brasil, por sua vez, se propõe a reduzir as emissões derivadas do desmatamento – a principal fonte de emissões de gases do efeito estufa – em 80% em 2020, e planeja estabelecer um objetivo de reduçao de emissões nos próximos meses. Outros exemplos incluem a estratégia de meio ambiente plublicada o ano passado pela Africa do Sul ( “Long – Term Mitigation Scenario”) e os planos das Maldivas para alcançar a neutralidade nas emissões de carbono em médio prazo. A Coréia do Sul, por sua vez, está investindo atualmente 80% de seu pacote de estímulo fiscal em medidas relacionadas com as mudanças climáticas. Esses compromissos com o meio ambiente são significativamente mais altos que os que foram propostos pelas nações plenamente desenvolvidas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desafio é  simples: como reduzir as emissões de gases de efeito estufa e manter a prosperidade ecônomica ao mesmo tempo. Nesse sentido, as mudanças climáticas não são simplesmente um problema de meio ambiente. Também é um problema de desenvolvimento importante. Se trata de como vamos gerar empregos e ingressos no seculo XXI com uma economia de baixo carbono? A pergunta é: como podemos alcançar esse objetivo em todo o mundo? &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Quatro Elementos &lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Para assegurar uma via prática para uma economia de energias limpas – que se mede tanto em ingressos mais altos e um clima mais estável – devemos encontrar uma nova associção entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Quatro elementos importantes nesse aspecto são:&lt;br /&gt;.Primeiro: o problema das mudanças climáticas é um imperativo moral, econômico e do meio ambiente que não podemos escapar. Aqueles líderes que reconhecem as consequências devastadoras das mudanças climáticas, mas que não decidem tomar nenhuma decisão para conter seu avanço, atuando de forma hipócrita, devem ser responsavéis com o objetivo de fomentar iniciativas que podem ser apresentadas em dezembro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;.Segundo: o mundo em desenvolvimento não é uniforme, é tão diverso como a maioria dos países industrializados. Aqueles países que estabeleceram programas ambiciosos para reduzir a emissão de gases contaminados devem ser reconhecidos, beneficiando-se dos incentivos oferecidos pela comunidade internacional. Para aqueles que não iniciaram o caminho até uma economia de baixo carbono, devem perceber que perdem competitividade, investimentos e oportunidades de crescimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;.Terceiro: é o momento de se falar em dinheiro. O mundo desenvolvido deve seguir a chamada de aqueles que, como o primeiro ministro britânico Gordon brown, estão comprometidos a financiar esse processo de transição. Sua proposta de investir anualmente US$ 100.000 milhões em novas tecnologicas é um montante mínimo que poderia esperar que fosse acordado durante as reuniões do G20. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;.Quarto, e mais importante, os argumentos científicos e econômicos para realizar essa mudança devem ser comunicados a todas as pessoas de todos os países. Os líderes devem falar sobre isso e a sociedade civil deve fazer valer sua voz. E isso é o que deve ser dito.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma nova associação com o apoio de importantes investimentos e com um forte líder político é a única maneira de reunir um consenso político global  necessário para fazer progresso reais no tema das mudanças climáticas. É justo que os países desenvolvidos exijam mais transparência nos compromissos das nações em desenvolvimento, inclusive se são compromissos voluntários. Mas essas associações ocorrem em ambos os sentidos, e é igualmente justo para os países em desenvolvimento esperar que as nações desenvolvidas assumam compromissos mais ambiciosos que os que até agora estão dipostos a fazer-los. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os países desenvolvidos a transição para uma nova economia baixa em carbono irá trazer mais crescimento e emprego, mitigando os efeitos da atual recessão e cimentando o caminho até a recuperação econômica e do meio ambiente. Para as nações em desenvolvimento é uma oportunidade para avançar até um modelo de economia sustentável, evitando a industrialização que seja dana para o meio ambiente no processo. Esse último criará perspectivas de expansão da economia e mais empregos. Chegou o momento para alcançar um acordo sobre mudanças climáticas que seja justo, vinculante e ambicioso, e que contenha ações concretas a serem realizadas por parte de todas as nações do mundo. É por isso que as reuniões de setembro são tão importantes. E esse é o prisma através de qual seu êxito deve ser avaliado.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/mundo/ciencia_tecnologia/2009/09/090922_1721_cambio_lp.shtml" target="_blank"&gt;http://www.bbc.co.uk/mundo/ciencia_tecnologia/2009/09/090922_1721_cambio_lp.shtml&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Regional do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5546194444010578035?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5546194444010578035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5546194444010578035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/09/por-que-importa-o-caminho-para.html' title='Por que importa o caminho para Copenhague?'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-633697863278690130</id><published>2009-09-08T17:41:00.001-07:00</published><updated>2009-09-08T18:11:20.807-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda - 108</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Expo Biodiesel 2009 – Congresso &amp;amp; Feira Internacional de Negócios e Oportunidades do Setor de Biodiesel&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 23 a 25 de novembro, no Rio de Janeiro (RJ).&lt;br /&gt;Realização: Orgadem (Organização de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios). Informações em www.expobiodiesel.org.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;XI Fimai e XI Simai – Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;De 4 a 6 de novembro, em São Paulo (SP).&lt;br /&gt;Realização: Revista do Meio Ambiente Industrial. Informações em www.fimai.com.br ou pelos tels. (11) 3917-2878 e 0800-7701449.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-633697863278690130?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/633697863278690130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/633697863278690130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/09/agenda-108.html' title='Agenda - 108'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-1530704690168412234</id><published>2009-09-08T17:41:00.000-07:00</published><updated>2009-09-08T18:13:56.746-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Credores e devedores ecológicos: o que cabe ao Brasil?</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Todos nós conhecemos o conceito de PERCENTUAL DA BIOCAPACID países credores como aqueles que emprestam recursos financeiros para instituições e países distantes. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas há um outro tipo de país credor que financia as economias e os meios de vida em lugares distantes. Os chamados “credores ecológicos” são países que têm mais iocapacidade (habilidade dos ecossistemas para produzir recursos e absorver&lt;br /&gt;resíduos) que o necessário para benefício próprio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao prover serviços ecológicos – desde a exportação de recursos madeireiros, por exemplo, até a remoção de CO2 da atmosfera –, colaboram para manter o recurso básico de que depende o resto do mundo. Com uma ampla biocapacidade, que inclusive excede significativamente a demanda ecológica de sua própria população, o Brasil é um dos principais credores ecológicos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a contínua escalada das pressões sobre recursos globais, essa reserva ecológica será progressivamente um recurso vital e valioso, mas que também se torna cada vez mais frágil.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Assegurando o êxito econômico em um mundo de recursos escassos&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Há apenas cinco décadas, a vasta maioria da população mundial vivia em países que possuíam reservas ecológicas. Hoje, aumentamos nossa demanda sobre serviços da natureza para tão alto nível que 80% da população mundial agora vivem em países que são “devedores ecológicos”, pois usam mais recursos e serviços ecológicos que os produzidos pelos ecossistemas presentes no interior de suas fronteiras. Esses países dependem de reservas de recursos concentradas nos poucos países que possuem mais biocapacidades que as que utilizam. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio da nossa Iniciativa de Credor e Devedor Ecológi&amp;shy;co, a Global Footprint Network está convocando especialis&amp;shy;tas em formulação de políticas e tomadores de decisão para iniciar um diálogo sobre a crescente importância de bioca&amp;shy;pacidade para a prosperidade e a estabilidade econômica. Se tivermos êxito, os políticos começarão a reconhecer tanto os benefícios tangíveis de se manter os recursos ecológicos quanto o risco que a liquidação desses recursos representa para seus interesses nacionais de longo prazo. Eles irão ver que a diminuição de déficits ecológicos aumentará cada vez mais a confiabilidade da economia de qualquer país. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considere o Brasil, por exemplo. Alguns podem pensar que possuir tanto capital ecológico significa que o país não precisa se preocupar com a escassez de recursos. Na realidade, a verdade é o contrário. Uma vez que ecossiste&amp;shy;mas intactos se tornam cada vez mais raros, a riqueza ecológica do Brasil será um recurso de crescente valor tanto para assegurar o bem-estar de sua população quanto para manter sua economia forte e competitiva. Enquanto o mundo como um todo se direciona para um overshoot (*), as demandas por esses recursos – diretas, por meio do comércio, ou indiretas, por meio de fenômenos como as mudanças climáticas – irão crescer. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, a fim de se beneficiar de sua riqueza natural, o interesse do Brasil é mais por mantê-la do que de liquidá&amp;shy;la, como fizeram tantos outros países. Por exemplo, o Brasil poderá encorajar práticas que mantenham a produ&amp;shy;tividade agrícola sem prejudicar determinados ecossiste&amp;shy;mas e sem por em perigo a atual capacidade com o aumento de pesticidas ou da erosão dos solos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra ação fundamental será o foco em decisões que trarão consequências de longo prazo. A construção de infraestruturas – casas, estradas, escritórios, usinas ener&amp;shy;géticas, diques, transportes – pode continuar por mais 50 ou 100 anos. Os tomadores de decisão devem se pergun&amp;shy;tar: estamos investindo em recursos que representam oportunidades ou ciladas? Nossa nova infraestrutura está nos deixando um legado positivo que nos permite ser mais competitivos em um mundo de recursos escassos ou ela é uma cilada que prejudicará nossa riqueza natural? &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Revigorando o debate climático&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por que importa se um país é um credor ou um devedor ecológico? A razão tem a ver com o fato de que, por mais de duas décadas, a humanidade tem demandado recursos e produzido resíduo (na forma de emissões de CO2) mais rapidamente do que os recursos podem regenerar-se e do que o resíduo pode ser absorvido – uma condição conheci&amp;shy;da como “overshoot ecológico”. No início dos anos 1960, a humanidade consumiu apenas cerca de metade do que o planeta Terra podia prover. Desde então, o aumento da população humana e do consumoper capta de recursos têm provocado a escalada do overshoot. Nossas contas conclu&amp;shy;em que em 2005, o mais recente ano para os quais há dados disponíveis, a demanda humana excedeu em 30% a capa&amp;shy;cidade de regeneração da Terra. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os resultados do overshoot são claros e prementes: a rapidez das mudanças climáticas, a insuficiência de colhei&amp;shy;tas, a perda de biodiversidade, a diminuição de águas doces, a redução das florestas e o esvaziamento da pesca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar dessas rápidas tendências, as negociações globais sobre as crises ambientais estão estagnadas em longos debates e impasses. A maioria dos líderes políticos vê poucos benefícios estratégicos em tomar atitudes corajosas e em fazer políticas ousadas. O cami&amp;shy;nho para alcançar acordos globais (como o emergente acordo de Copenhague sobre mudanças climáticas) tem sido extremamente frágil. Agora com a debilitada situação econômica mundial, há uma alta probabilidade de ajuste. Mas o fato é: se Copenhague for pouco eficiente, o mundo se tornará mais imprevisível, e isso deverá obrigar os países a considerar a escassez de recursos ainda mais seriamen&amp;shy;te do que sob um regime internacional estabelecido em Copenhague. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A perspectiva de um credor/devedor acerca do mundo põe em discussão o elemento revigorante do interesse próprio de um país ou de uma região. Países credores como o Brasil têm motivo econômico, político e estratégico para preservar suas reservas ecológicas. Países devedores como o Mé&amp;shy;xico ou a Suíça têm um interesse direto em reduzir sua exposição por meio da minimização de sua dependência de recursos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Reconhecer que a humanidade está movendo-se veloz&amp;shy;mente rumo à escassez de recursos e que reinventar nossa infraestrutura urbana para enfrentar essa escassez leva tempo – possivelmente várias décadas – torna claro que não há vantagem em esperar. Se acordos coletivos irão certa&amp;shy;mente acelerar as atitudes, postergá-las gerará aumento de custo e de risco.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Natureza: um recurso nacional chave&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Diferentemente de déficits comerciais, em que um crescen&amp;shy;te desequilíbrio é entendido como risco, o mesmo não tem sido verdade com déficits ecológicos. Considere os EUA, país que em 1961 manteve uma reserva ecológica, mas que agora utiliza 87% acima de sua capacidade de regeneração. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O pensamento sobre recursos tem sido sempre o de que podemos consegui-los em algum outro lugar. No entanto, no mundo de hoje, ignorar a escassez de recursos é uma estratégia crescentemente arriscada. Até enquanto dispu&amp;shy;sermos de apenas uma Terra, a matemática é clara: nem todo mundo pode ser importador de recursos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim como para credores ecológicos, o futuro não lhes dá vantagens se eles não se prepararem bem para evitar as dificuldades. Uma vez que as reservas ecológicas ficam progressivamente raras, torna-se crítico para os países credores e devedores empreender novos relacionamentos e fazer políticas que protejam recursos naturais enquanto melhoram a saúde e o bem-estar. A Iniciativa de Credor e Devedor Ecológico irá ajudar países a desenvolver estraté&amp;shy;gias que reconheçam a natureza como um recurso-chave. Nesse jogo, todos podem vencer. Todos irão beneficiar-se da ação antecipada. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em abril, a Global Footprint Network reuniu-se com espe&amp;shy;cialistas em políticas e representantes governamentais em Lima, no Peru, para lançar a iniciativa e começar uma série de conferências. A organização irá continuar a realizar encontros e sessões internacionais de trabalho durante todo o ano, incluindo a realização de um evento paralelo em Copenhague. No ano que vem, a Global Footprint Network planeja apresentar os resultados de uma sessão de trabalho em vários fóruns e conferências, levando a uma cúpula presidencial sobre biocapacidade no final de 2010. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma vez que os líderes e seus apoiadores começarem a entender o valor inerente aos recursos ecológicos, a perspec&amp;shy;tiva pode mudar de “quanto mais reduzirmos o consumo de recursos e a emissão de resíduos, mais dificilmente seremos competitivos” para “quanto mais reduzirmos o consumo, maior será nosso bem-estar e menor nosso risco”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso muda a equação de um jogo de soma negativa, em que riqueza financeira é gerada à custa do meio ambiente, para um jogo de soma positiva, em que o objetivo econômico torna-se assegurar a máxima qualidade de vida com a mínima utilização de recursos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais informações sobre a Iniciativa de Credor e Devedor Ecológico da Global Footprint Network em &lt;a href="http://www.%20footprintnetwork.org/creditors"&gt;http://www.%20footprintnetwork.org/creditors&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(*) &lt;em&gt;Overshoot significa exceder, ultrapassar limites acidentalmente – sem qualquer intenção. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Mathis Wackernagel, Ph.D, fundador e diretor-executivo da Global Footprint Network, criou com o professor William Rees a medida de Pegada Ecológica&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-1530704690168412234?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1530704690168412234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/1530704690168412234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/09/credores-e-devedores-ecologicos-o-que.html' title='Credores e devedores ecológicos: o que cabe ao Brasil?'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8411920987950452420</id><published>2009-08-31T11:56:00.000-07:00</published><updated>2009-08-31T11:58:37.107-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>As maiores empresas do mundo necessitam duplicar o ritmo das reduções das emissões de CO2 para evitar as graves consequências das mudanças climáticas</title><content type='html'>A maioria das empresas fixaram seus objetivos de redução somente até 2012, o que indica uma necessidade de liderança por parte dos governos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26/09/09 - Em relação aos atuais objetivos de redução, as maiores empresas do mundo estão na trilha de alcançar os níveis cientificamente recomendados de emissões para o ano de 2089: 39 anos (desde 2050) é muito tarde se os países desejam evitar as consequências das mudanças climáticas, segundo revela o relatório de investigação “The Carbon Chasm”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse relatório mostra que as empresas do Global 100 estão atualmente conseguindo uma redução de 1,9% de CO2 por ano, o qual se encontra por baixo de 3,9% necessários para reduzir as emissões das economias desenvolvidas em cerca de 80% para 2050. De acordo com o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC), as economias desenvolvidas devem reduzir as emissões entre uns 80 e 95% para o ano de 2050, com o objetivo de evitar os perigos das mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relatório publicado pela “The Carbon Chasm”, que realizou o Carbon Disclosure Project (CDP), as informações se baseiam em dados do CDP de 2008, e analisa como as 100 maiores empresas do mundo estabelecem atualmente os objetivos de redução das emissões de CO2 e de que maneira estas são suficientes ou não para combater a longo prazo as mudanças climáticas. Dos objetivos de redução estabelecidos com data limite, a maioria (84%) está fixado para o ano de 2012, inclusive coincide com o último ano do Protocolo de Kyoto e sugere que as empresas esperem as conclusões da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas em Copenhague (COP-15) em dezembro, antes de estabelecer novas metas de redução a prazos maiores. O diretor executivo de sustentabilidade da BT, Chris Tuppen, declarou: “A maioria das grandes empresas hoje em dia medem suas emissões de carbono e muitas delas estabelecem objetivos de redução. Porém, esses objetivos estão realmente em concordância com os requerimentos para prevenir os perigos das mudanças climáticas? A pesquisa põe em destaque a existência de uma brecha entre o que é necessário para o setor empresarial e o que se promete atualmente. Necessitamos encontrar a forma de terminar com o abismo do carbono no mundo dos negócios”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul Dickinson, membro conselheiro da CDP, a organização independente sem fins lucrativos que tem desenvolvido a mais ampla base de dados com informações empresariais relativa as mudanças climáticas à nível mundial, disse: “Enquanto os 73% das empresas do Global 100 estabeleceram algum tipo de objetivos de redução, a maioria necessita ir mais além e ser mais agressiva se pretendem alcançar a longo prazo as reduções requeridas. Vivemos um momento de grandes oportunidades para que as empresas possam aproveitar sua vantagem competitiva mediante a redução de seu impacto nas mudanças climáticas e se beneficiarem com as reduções de custos associadas a essa reduçao, assim como de inovar na criação de novos produtos e serviços baixos em carbono”. As empresas mencionam suas motivações para estabelecer objetivos de redução de emissões, incluindo a identificação de ineficiências nas operações empresariais para diminuir custos e estimular a inovação; a minimização de riscos associados aos Gases de Efeito Estufa (GEI), antecipando uma regulação mais estrita no futuro; e por último, o posicionamento que permiti adquirir uma vantagem competitiva frente aos competidores. Como as motivações são impulsionadas pelas forças do mercado mais d que pelas recomendações científicas, os objetivos do Global 100 não se ajustam as reduções requiridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório relata algumas recomendações para fechar o abismo atual entre os objetivos estabelecidos e objetivos necessários: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Cada empresa deveria estabelecer um objetivo de redução de emissões de CO2 equivalente; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Os objetivos devem ter um ano base e um horizonte temporal fixado para seus cumprimento; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Os governos devem acordar objetivos a médio e longo prazo em Copenhague para proporcionar um marco de referência para que as empresas possam fixar sua metas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      . Os objetivos da empresa deveriam refletir as recomendações científicas do IPCC: enquanto os objetivos de redução das emissões absolutas são os recomendados, também são aceitáveis os objetivos de redução de intensidade de emissões se estes forem suficientemente ambiciosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também revela a existência de um amplo número e objetivos, que apresentam dificuldades ao medir sua eficácia e querer estabelecer comparações. É necessária uma maior harmonização ao se fixar os objetivos alinhados com as recomendações científicas; se os objetivos são consistentes, isso ajudará a revelar aos mais adiantados e aos mais atrasados na tarefa de reduzir as emissões e assegurar que tanto no curto, médio e longo prazo se buscarão as maiores exigências que permitirão fechar o abismo do carbono. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.ecoportal.net/content/view/full/88124 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Central do PNUMA para a América Latina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8411920987950452420?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8411920987950452420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8411920987950452420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/08/as-maiores-empresas-do-mundo-necessitam.html' title='As maiores empresas do mundo necessitam duplicar o ritmo das reduções das emissões de CO2 para evitar as graves consequências das mudanças climáticas'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-3628630508979788189</id><published>2009-08-22T11:23:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T11:28:39.365-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>4 º Edição do Prêmio Brasil Meio Ambiente</title><content type='html'>A FIRJAN em parceria com JB Ecológico está lançando a 4 º Edição do Prêmio Brasil Meio Ambiente (&lt;a href="http://jbonline.terra.com.br/4pbma/" target="_blank"&gt;http://jbonline.terra.com.br/4pbma/&lt;/a&gt;). Serão contemplados trabalhos em diversas categorias, conforme o regulamento. As inscrições estão abertas até o dia 30 de outubro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/premio_brasil-780611.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 247px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.brasilpnuma.org.br/uploaded_images/premio_brasil-780576.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-3628630508979788189?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3628630508979788189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/3628630508979788189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/08/4-edicao-do-premio-brasil-meio-ambiente.html' title='4 º Edição do Prêmio Brasil Meio Ambiente'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-980950076981858568</id><published>2009-07-13T08:40:00.000-07:00</published><updated>2009-07-13T08:46:20.596-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>O G8 perdeu uma oportunidade, apesar do consenso dos 2 graus</title><content type='html'>&lt;strong&gt;10/07/09&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOBAL - A reunião do G8 em L'Aquila deixou uma sensação de uma oportunidade perdida em relação as mudanças climáticas, a somente cinco meses de um acordo esperado em Copenhague, pela falta de compromissos a médio prazo e aos progressos realizados em relação a redução de emissões para o ano de 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecendo os trabalhos cada vez mais alarmantes dos cientistas, os líderes de oito países industrializados aprovaram um limite de 2° C como limite máximo de aquecimento, e para respeitá-lo, aceitaram aspirar um descenso da metade das emissões mundiais de gases que provocam o efeito estufa de atualmente até 2050 e em 80% ou mais para os países industrializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se trata de “um consenso histórico”, segundo o presidente Barack Obama. Seu entusiasmo se verifica na medida que o compromisso dos Estados Unidos permitiu convencer o Japão, Canadá e Rússia, que nunca haviam acordado tal objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obama presidiu o fórum paralelo das principais economias sobre o clima e energia (MEF, que reuniu 16 países , incluindo o G8 e os principais mercados emergentes, o que representa cerca de 80% das emissões mundiais), que também apoiou os 2° C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso está gravado em pedra”, disse o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso. De fato, a União Européia e outros países já haviam acordado a medida.&lt;br /&gt;Entretanto, na opinião do secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon “os resultados do G8 não são suficientes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que necessitamos é um objetivo a médio prazo que nos garantisse que vamos por um bom caminho para alcançar os objetivos de 2050”, afirmou. Os líderes do G8 “tiveram uma oportunidade única que poderia não voltar a ocorrer”.&lt;br /&gt;Essa falta de compromisso em um futuro próximo foi mal recebida pelas principais economias emergentes, como o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não podemos aceitar o objetivo de 2050 sem um forte compromisso a médio prazo”, disse o chefe brasileiro sobre a negociação do clima, Luiz Alberto Figueiredo Machado, para qual se trata de uma questão de “credibilidade” para os países ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a razão pela qual os países em desenvolvimento do MEF, entre eles a China, agora o maior emissor mundial de CO2, renunciou a apoiar um objetivo de redução das emissões de 50% em 2050.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Barack Obama, entretanto, os grandes países em desenvolvimento também deverão desempenhar um papel importante no próximo acordo sobre o clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Visto que as projeções representam para os países emergentes a maior parte das emissões no futuro, a participação ativa é a condição prévia para uma solução”, advertiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também anunciou que os minsitros do G8 deverão fazer propostas sobre o financiamento na luta contra o aquecimento global, na cúpula do G20 que se realizará em setembro nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Temos que ajudar os países mais afetados a se adaptarem e, em particular, aqueles que são menos capazes de fazerem por falta de recursos”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Além disso, tratamos de proporcionar um apoio financeiro importante”, prometeu, afirmando desse modo a falta de uma declaração do G8 sobre este tema crucial para os países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A falta de objetivos em cifras na declaração do MEF mostra que os países em desenvolvimento não confiam nos países industrializados”, disse Alden Meyer, diretor da União de Cientistas Preocupados, uma ONG norte-americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A cúpula do G20 é a última antes de Copenhague. Se esta reunião facilitar um progresso na questão do fincanciamento, mudará tudo”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ban Ki-Moon, que “se nega a considerar a possibilidade de um fracasso em Copenhague”, aposta que a cúpula do clima que ocorrerá em setembro, em Nova York, realizará novos compromissos para os países industrializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://es.noticias.yahoo.com/3/20090710/tenvirom-las-principales-economias-del-mundo-c80110a.html" target="_blank"&gt;http://es.noticias.yahoo.com/3/20090710/tenvirom-las-principales-economias-del-mundo-c80110a.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*Tradução livre feita por Flavia Speiski dos Santos, estagiária do Instituto Brasil PNUMA, a partir de artigo retirado do site do Escritório Central do PNUMA para a América Latina.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-980950076981858568?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/980950076981858568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/980950076981858568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/07/o-g8-perdeu-uma-oportunidade-apesar-do.html' title='O G8 perdeu uma oportunidade, apesar do consenso dos 2 graus'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2363494726932933754</id><published>2009-07-10T05:01:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T05:09:14.848-07:00</updated><title type='text'>Copenhagen Seal the Deal!</title><content type='html'>&lt;h3&gt;Copenhague, 7 de dezembro de 2009 &lt;/h3&gt;Dezembro vai ser um mês importante para o planeta. No dia 7 desse mês, líderes mundiais vão se reunir na Conferência Sobre Mudança Climática em Copenhague, capital da Dinamarca, para encarar o maior desafio enfrentado pela humanidade: a mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da reunião é negociar um sucessor do Protocolo de Kyoto, acordo climático que regula a emissão de carbono pelos países signatários — mas que expira em 2012. Nove em cada dez desastres naturais estão relacionados à mudança climática. Temperaturas cada vez mais altas, enchentes, secas e tempestades afetam a vida de milhões de pessoas. Então, como garantir o crescimento de longo prazo e proteger o planeta? Eles têm que responder a essa pergunta. Nossa sobrevivência depende disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;“Fechem o Acordo!” — A Campanha&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;É por isso que as Nações Unidas criaram a campanha“Fechem o Acordo!”. A ONU acredita que o fechamento de um novo acordo climático não depende só de negociações políticas. A opinião pública precisa pressionar os líderes que vão se reunir em Copenhague. O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, acredita que as pessoas comuns são parte da solução desse problema. Por isso, a ONU está organizando uma série de ações.&lt;br /&gt;Para colaborar, &lt;a href="http://www.sealthedeal2009.org/petition.asp"&gt;basta clicar aqui&lt;/a&gt; e assinar a petição, que será entregue aos líderes mundiais antes da reunião. Para o próximo semestre, já estão marcados uma série de eventos globais. O Projeto das Nações Unidas para o Meio Ambiente (&lt;a href="http://www.unep.org/"&gt;PNUMA&lt;/a&gt;) e seus parceiros esperam reunir um milhão de jovens em cem cidades do mundo para se manifestarem a favor do fechamento do novo acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;Vista essa camisa — Faça você mesmo&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O designer belga &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/jean-paul-knott.html"&gt;Jean-Paul Knott&lt;/a&gt; criou estampas para criar você criar camisas e broches com o tema da campanha. Do que você precisa:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;— Pedaços de tecido (para os broches) ou uma camisa &lt;/li&gt;&lt;li&gt;— Papel transfer (para fazer estampas) &lt;/li&gt;&lt;li&gt;— Tesoura &lt;/li&gt;&lt;li&gt;— Alfinetes &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;Baixe o &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/images/stories/resources/Seal_the_Deal_T-SHIRT-PIN_transfer.pdf"&gt;kit da campanha clicando aqui&lt;/a&gt; (em pdf). Se você quiser as estampas para fazer broches, &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/images/stories/resources/Seal_the_Deal_PINS_transfer.pdf"&gt;baixe este arquivo&lt;/a&gt;. É só imprimir esses arquivos em papel transfer, colocar as imagens sobre o tecido e passar o ferro quente em cima. &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Projetos inovadores&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CARROCLETA — O carro-bicicleta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se exercitar e ajudar o meio ambiente já é possível — e ao mesmo tempo em que você dirige para os lugares que você quiser. O carrocletaé uma bicicleta fechada que você pode usar no lugar do carro, sem precisar ficar preocupado com o meio ambiente ou o preço do petróleo. O motorista o dirige usando pedais especiais que, quando movimentados, geram a energia necessária para o carrocleta funcionar. Dependendo de quem dirige, o veículo pode atingir até 50 Km/h. Como ele é fechado, o motorista fica protegido da chuva. Vários modelos de carrocleta têm espaço extra para você guardar os seus pertences. Para mais informações, &lt;a href="http://www.leiba.de/"&gt;acesse o site&lt;/a&gt; (em inglês ou alemão). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Traduzido de &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/cool-innovations-for-more-ecology/124-velomobile--the-bicycle-car.html"&gt;http://www.coolplanet2009.org/cool-innovations-for-more-ecology/124-velomobile--the-bicycle-car.html&lt;/a&gt;) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para conhecer mais projetos inovadores, visite o site da campanha “Fechem o Acordo!” européia &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/cool-innovations-for-more-ecology.html"&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;O efeito da mudança climática na vida das pessoas&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A mudança climática está alterando o cenário dos riscos de desastre. Não só dos riscos relativos ao clima — como o aumento da temperatura e do nível dos oceanos —, mas também das vulnerabilidades da sociedade contemporânea. A poluição do ar diminui em média 8,6 meses do tempo de vida do cidadão europeu médio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Está claro que as comunidades pobres serão as mais vulneráveis à mudança climática, uma vez que elas têm menos recursos para investir em prevenção. A maior parte das populações litorâneas, dos índios e dos agricultores de subsistência corre risco. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mudança climática também ameaça a saúde pública. A disseminação de doenças contagiosas — o caso da malária, que mata 2,5 milhões de pessoas por ano — deve aumentar. O número de casos de desnutrição deve crescer como resultado da mudança no clima. Além disso, muitas pessoas morrem em desastres naturais. 96% dessas mortes aconteceram em países em desenvolvimento. O número de pessoas desabrigadas por esses desastres está crescendo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atividade humana mais afetada pela mudança climática é a agricultura, o principal sustento das populações rurais pobres. A perda de colheitas e a morte de rebanhos têm causado grandes perdas econômicas, o que contribui para o aumento no preço dos alimentos e prejudica a segurança alimentar das pessoas — cada vez com mais frequência. Todos já reconhecem que a mudança climática representa uma severa ameaça macroeconômica, fiscal e financeira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Adaptado de &lt;a href="http://www.coolplanet2009.org/climate-change-news/background-and-causes-global-warming.html"&gt;http://www.coolplanet2009.org/climate-change-news/background-and-causes-global-warming.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Disponível em: &lt;a href="http://rio.unic.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1991"&gt;http://rio.unic.org/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1991&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2363494726932933754?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2363494726932933754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2363494726932933754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/07/copenhagen-seal-deal.html' title='Copenhagen Seal the Deal!'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-192980037374977606</id><published>2009-07-07T19:12:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T19:28:32.761-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Construção Sustentável: um poderoso aliado da saúde ambiental do planeta</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;As construções oferecem um enorme campo para a economia de energia, e talvez as oportunidades mais amplamente reconhecidas de aumento da eficiência energética estejam nos lares e nos locais de trabalho. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;(Relatório Brundtland, 1987)&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;Todas as pesquisas, estudos e avaliações quanto à saúde ambi&amp;shy;ental de nosso planeta chegam ine&amp;shy;xoravelmente à conclusão, hoje já encarada como indiscutível, de que o grau de deterioração dos ecos&amp;shy;sistemas da Terra, em grande par&amp;shy;te provocado por ações antrópi&amp;shy;cas, está atingindo níveis que po&amp;shy;dem colocar em risco a sobrevivên&amp;shy;cia de muitas das espécies vege&amp;shy;tais e animais que aqui habitam. Incluindo nós, os seres humanos. Em um contexto como esse, ne&amp;shy;nhuma atividade econômica pode prescindir de uma avaliação criteri&amp;shy;osa de seus potenciais impactos quanto ao consumo de recursos naturais ou à liberação de poluen&amp;shy;tes para o meio ambiente, levando em conta todas as etapas de seu ciclo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa preocupação com a efici&amp;shy;ência ambiental, ou ecoeficiência, começa a estender-se, cada vez com maior celeridade, a um dos setores mais tradicionais da ativi&amp;shy;dade humana: a construção civil. Alguns dados relacionados à construção civil permitem consoli&amp;shy;dar um quadro nítido da grandeza dos impactos negativos que a ativi&amp;shy;dade pode impor ao meio ambiente: .Mais da metade dos recursos naturais extraídos na América Lati&amp;shy;na são consumidos na construção civil;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Os resíduos das construções e demolições no Brasil totalizam cerca de 80 milhões de toneladas por ano;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A operação de edifícios no Brasil é responsável por 18% do consumo total de energia no país e por 50% do consumo de energia elétrica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os edifícios são responsáveis por 25% das emissões globais de gases de efeito estufa. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;A magnitude desses impactos abre, por outro lado, imensas oportunidades de melhoria, uma vez que as principais tecnologias necessárias à melhoria do de&amp;shy;sempenho ambiental das edifica&amp;shy;ções já se encontram disponíveis hoje em dia, abrangendo todas as etapas do ciclo de vida dos edifí&amp;shy;cios, desde a concepção e proje&amp;shy;to, passando pelos processos de construção e de uso das edifica&amp;shy;ções e chegando até a etapa de demolição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase de ocupação do edifício é merecedora de especial atenção, pois nessa etapa, até mesmo em função de sua longa duração, con-centram-se as maiores parcelas de impacto ambiental e de custos. A concepção adequada do edifício, o uso de materiais isolantes mais efi&amp;shy;cazes e de técnicas de circulação de ar podem permitir, por exemplo, redução significativa dos impactos ambientais associados à energia necessária para aquecimento/re&amp;shy;frigeração; projetos arquitetônicos que viabilizem o melhor aprovei&amp;shy;tamento da iluminação natural, con&amp;shy;jugados ao uso das lâmpadas mais eficientes hoje disponíveis e de sensores de movimento, condu&amp;shy;zem à sensível redução na de&amp;shy;manda de energia para ilumina&amp;shy;ção; o reaproveitamento das águas servidas ou da chuva pode minimi&amp;shy;zar a necessidade de captação de água das redes municipais de abastecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os governos também têm um papel fundamental a desempenhar no engajamento de todos os agen&amp;shy;tes sociais rumo à maior sustenta&amp;shy;bilidade da construção civil, por meio de ações como:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Educação e conscientização dos moradores e ocupantes de pré&amp;shy;dios residenciais e comerciais no sentido de orientar suas escolhas e comportamentos na direção de produtos, serviços e atitudes mais ecoeficientes;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incentivo à melhoria da efici&amp;shy;ência energética de prédios novos e já existentes e à introdução de inovações no projeto e operação de edifícios;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estabelecimento de códigos, padrões, mecanismos de avalia&amp;shy;ção e sistemas de rotulagem ambi&amp;shy;ental para prédios, eletrodomésti&amp;shy;cos e sistemas de iluminação, con&amp;shy;siderando inclusive seus ciclos de vida;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incentivo à renovação de pré&amp;shy;dios residenciais e comerciais, com a adoção de tecnologias ambien&amp;shy;talmente mais amigáveis. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;No mundo todo podem ser en&amp;shy;contrados exemplos de ações go&amp;shy;vernamentais voltadas para a me&amp;shy;lhoria do desempenho ambiental da construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, o Procel – Programa Nacional de Conservação de Ener&amp;shy;gia Elétrica criou em 2003 o pro-grama Procel Edifica, que visa a promover condições para o uso eficiente da eletricidade nas edifi&amp;shy;cações, reduzindo os desperdícios de energia, de materiais e os im&amp;shy;pactos sobre o meio ambiente, por meio de projetos nas áreas de ca&amp;shy;pacitação tecnológica e profissio&amp;shy;nal, inserção do tema conforto ambiental e eficiência energética nos cursos de arquitetura e enge&amp;shy;nharia, bem como pela dissemina&amp;shy;ção dos conceitos e práticas de eficiência energética das edifica&amp;shy;ções e conforto ambiental entre os profissionais de arquitetura e en&amp;shy;genharia e aqueles envolvidos em planejamento urbano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Procel Edifica estima que seria possível obter uma melhoria de 30% na eficiência energética de prédios já existentes por meio de reformas e modernizações e de 50% com a introdução de tecnologias mais eco&amp;shy;eficientes no projeto, construção e operação de novos edifícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também a União Européia, com a Diretiva 2002/91/EC, manifestou seu compromisso com a melhoria do desempenho energético das edificações, estabelecendo requi&amp;shy;sitos tais como:&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Aplicação de estrutura e me&amp;shy;todologia para o cálculo do desem&amp;shy;penho energético integrado de edificações;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Requisitos mínimos para o de&amp;shy;sempenho energético de novas construções e de grandes edifica&amp;shy;ções já existentes submetidas a reformas e renovações de maior porte;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Certificação energética de edificações. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;A certificação por terceira parte de edificações começa de fato a ganhar corpo em todo o mundo, com iniciativas como a Leadership in Energy and Environmental De&amp;shy;sign – LEED, promovida pelo Uni&amp;shy;ted States Green Building Council, que concede certificados a prédios que atingem uma determinada pon&amp;shy;tuação em requisitos distribuídos ao longo de sete categorias: loca&amp;shy;lização sustentável, eficiência no uso da água, energia e atmosfera, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, projeto inovador e prioridades regionais. Os requisitos abordam aspectos tais como escolha do local da cons&amp;shy;trução (proteção de áreas verdes, habitats e recursos naturais; reabi&amp;shy;litação de áreas degradadas; possi&amp;shy;bilidade de deslocamento a pé e uso de transporte público como al&amp;shy;ternativa ao transporte individual; maximização de áreas não constru&amp;shy;ídas; espaço prioritário para o esta&amp;shy;cionamento de bicicletas e veículos não poluentes; redução das áreas de solo cobertas e maximização da infiltração da água; redução do uso de água potável e utilização de tec&amp;shy;nologias inovadoras para o trata&amp;shy;mento das águas servidas; estabe&amp;shy;lecimento de padrões mínimos de desempenho energético; utilização de fontes renováveis de energia; uso da iluminação natural; implan&amp;shy;tação de sistemas individuais de medição do consumo de energia; facilidades para coleta e armazena&amp;shy;mento de materiais recicláveis; mi&amp;shy;nimização da poluição provocada pela atividade de construção; ges&amp;shy;tão ambientalmente adequada dos resíduos da construção; utilização de materiais reaproveitados ou re&amp;shy;ciclados, de materiais disponíveis na região e de madeira certificada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Se o consumo de energia nas edificações continuar a crescer às taxas atuais, elas estarão consumindo em 2050 quase tanta energia quanto a indústria, a manufatura e a mobilidade juntas. &lt;em&gt;(WBCSD, Energy Efficiency in Buildings, 2006)&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;garantia da qualidade ambiental in&amp;shy;terior das edificações; atendimento a prioridades ambientais específi&amp;shy;cas de cada região. O prédio atualmente ocupado pela Universidade Petrobras no Rio de Janeiro, com 52 mil m2 de área construída, foi o primeiro edifício a receber no Brasil a certificação LEED na modalidade Core &amp;amp; Shell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edifício utiliza revestimento ex&amp;shy;terno que minimiza a necessidade de uso de sistemas de condiciona&amp;shy;mento do ar interior, promove o aproveitamento controlado da ilu&amp;shy;minação natural, a coleta da água da chuva e o reuso da água servida em pias e lavatórios, reduzindo em 40% a necessidade de captação de água da rede pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que um edifício dota&amp;shy;do dessas facilidades custe entre 7% e 10% mais caro que uma cons&amp;shy;trução comum. O investimento adi&amp;shy;cional, porém, é amortizado em pra&amp;shy;zo curto pela redução dos dispên&amp;shy;dios operacionais da edificação, sem contar os inegáveis benefícios para o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Luis Cesar Stano é gerente de Desem&amp;shy;penho em SMS da Petrobras &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-192980037374977606?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/192980037374977606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/192980037374977606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/07/as-construcoes-oferecem-um-enorme-campo.html' title='Construção Sustentável: um poderoso aliado da saúde ambiental do planeta'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5966508551954672460</id><published>2009-07-07T19:07:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T19:10:58.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Agenda</title><content type='html'>&lt;strong&gt;XI Feira e Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 4 a 6 de novembro, em São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Realização: Revista do Meio Ambiente Industrial&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://www.fmai.com.br/"&gt;www.fmai.com.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – 15ª Conferência&lt;br /&gt;das Partes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 7 a 18 de dezembro de 2009, em Copenhague (Dinamarca).&lt;br /&gt;Realização: Organização das Nações Unidas.&lt;br /&gt;Informações em &lt;a href="http://en.cop15.dk/"&gt;http://en.cop15.dk&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4º Congresso Internacional de Bioenergia e 1º Congresso Brasileiro de Geração&lt;br /&gt;Distribuída e Energias Renováveis &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 18 a 21 de agosto, em Curitiba (PR).&lt;br /&gt;Realização: UFPR – Fupef, Copel e Itaipu.&lt;br /&gt;Informações pelo tel. (54) 3226-4113; &lt;a href="mailto:contato@porthuseventos.com.br"&gt;contato@porthuseventos.com.br&lt;/a&gt;; e &lt;a href="http://www.eventobioenergia.com.br/congresso/br/inscricao_j.php"&gt;www.eventobioenergia.com.br/congresso/br/inscricao_j.php&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5966508551954672460?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5966508551954672460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5966508551954672460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/07/agenda.html' title='Agenda'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8609656989215601276</id><published>2009-06-14T19:14:00.000-07:00</published><updated>2009-06-14T19:20:34.274-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Investimento em captura e armazenamento de carbono à maneira da natureza</title><content type='html'>É hora de dar aos bosques e aos manguezais, às turfas e à agricultura que respeita o clima, um papel mais importante na luta contra as mudanças climáticas, assinala o PNUMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia Mundial do Meio Ambiente 2009 – Seu planeta precisa de você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CIDADE DO MÉXICO, México / NAIRÓBI, Quênia &lt;/strong&gt;– Fomentar os investimentos na conservação, reabilitação e gestão dos bosques, turfas, solos e outros ecossistemas essências da Terra poderia gerar reduções consideráveis nas emissões de gases do efeito estufa e evitar a emissão de mais desses gases na atmosfera, segundo um novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achim Steiner, Subsecretário Geral das Nações Unidas e Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), afirmou: “Destinam-se dezenas de bilhões de dólares à captura e ao armazenamento de carbono em centrais elétricas, mediante a injeção de CO2 na terra e no mar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas talvez a comunidade internacional esteja espreitando um método que tem funcionado eficazmente durante milênios: a biosfera. Segundo alguns cálculos, com os ajustes adequados do mercado, os sistemas viventes do planeta poderiam ser capazes de seqüestrar mais de 50 gigatoneladas (Gt) de carbono nas próximas décadas”. agregou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isso também coincide com a Iniciativa para uma Economia Verde do PNUMA, pois pelo mesmo dólar, euro, peso ou yuan não apenas estaremos combatendo as mudanças climáticas, mas também estaremos potencializando benefícios econômicos e ambientais, bem como o desenvolvimento derivado da melhora das reservas hídricas, da estabilização dos solos e das perspectivas para a biodiversidade, juntamente com novos tipos de empregos dignos do meio ambiente na gestão e na conservação dos recursos naturais”, complementou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação rápida do PNUMA “A solução natural? O papel dos ecossistemas na mitigação da mudança climática” irá marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, que este ano tem como anfitriões o governo e o povo do México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este relatório aparece pouco menos de seis meses antes da crucial reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Copenhague, Dinamarca, na qual os governos deverão comprometer-se com um novo tratado focado em perspectivas futuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais mensagens do relatório:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É fundamental gerir o carbono nos sistemas biológicos a fim de salvaguardar as reservas de carbono, reduzir as emissões e maximizar o potencial das zonas naturais e agrícolas para subtrair carbono da atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os sistemas prioritários são as florestas tropicais, as turfas e a agricultura. Reduzir 50% as taxas de desflorestamento até 2050 e logo mantê-las nesse nível até 2100 evitaria a emissão direta de até 50 Gt de carbono neste século, o que equivale a 12% das reduções de emissões necessárias para manter concentrações atmosféricas de dióxido de carbono inferiores a 450 ppm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A degradação das turfas produz até 0.8 Gt de carbono por ano, a maior parte da qual poderia evitar-se mediante sua reabilitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em termos gerais, o setor agrícola poderia ser neutro em emissões de carbono até 2030, o que equivaleria a 6 Gt se houvesse uma ampla adoção de práticas de gestão sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É essencial que a política em matéria de mitigação das mudanças climáticas se fortaleça com a melhor informação científica disponível sobre o carbono nos ecossistemas, e que as decisões se baseiem em informação sobre os custos e benefícios totais da gestão do carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A formulação de política para alcançar esses fins é um desafio: será necessário assegurar que as comunidades locais e indígenas não sejam prejudicadas e considerar o potencial para alcançar benefícios conjuntos para a biodiversidade e os serviços dos ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• As terras áridas, em particular, oferecem oportunidades para combinar a gestão do carbono e a reabilitação de terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A adoção de um marco geral de políticas de acordo com a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas para abordar a gestão do carbono nos ecossistemas representaria um avanço muito significativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Florestas: o maior sumidouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As florestas tropicais abrigam a maior reserva de carbono em terra com uma absorção mundial de cerca de 1,3 Gt de carbono por ano, ou aproximadamente 15% das emissões totais de carbono derivadas de atividades humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, calcula-se que as taxas mundiais de desflorestamento em zonas tropicais são de quase 14,8 milhões de hectares por ano. O desflorestamento é responsável por quase um quinto das emissões mundiais de gases do efeito estufa, o que supera todo o setor de transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desmatamento das florestas tropicais talvez emita de 87 a 120 Gt adicionais de carbono até 2100, o que equivale às emissões de carbono de mais de uma década de queima de combustíveis fósseis no mundo no ritmo atual. Reduzir 50% das taxas de desflorestamento até 2050 e mantê-las nesse nível até 2100 evitaria a emissão direta de até 50 Gt de carbono neste século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas convencionais de corte prejudicam ou destroem uma parte substancial da vegetação rasteira durante as operações de exploração, o que provoca grandes perdas de carbono. As técnicas de corte melhoradas podem reduzir as perdas de carbono ao redor de 30% em comparação com as técnicas convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considera-se que as florestas tropicais são sumidouros de carbono; segundo pesquisas recentes, absorvem ao redor de 1,3 Gt de carbono por ano em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcula-se que as florestas desse tipo na América Central e do Sul absorvem ao redor de 0,6 Gt de carbono na África, pouco mais de 0,4 Gt e na Ásia e em torno de 0.25 Gt no total, em que a absorção de carbono equivale a aproximadamente 15% das emissões de carbono antropogênicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial para melhorar a captura e o armazenamento de carbono nas florestas boreais – que se estendem no Canadá, na Rússia no Alasca e na Escandinávia – é baixo. Apesar disso, compõem a segunda reserva de carbono mais abundante, que poderia emitir à atmosfera a causa de um maior número de incêndios, o ressecamento das turfas, o desmatamento e a mineração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As florestas temperadas da Europa e da América do Norte têm-se expandido nos anos recentes; calcula-se que na Europa absorvam de 7 a 12% das emissões de carbono. Um maior reflorestamento e melhoras na gestão poderiam incrementar esses percentuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agricultura: climaticamente neutra até 2030&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor agrícola oferece os maiores e mais fáceis ganhos no armazenamento de carbono se adotarem-se amplamente práticas de gestão ótimas – como evitar a remoção do solo e usar nutrientes naturais como adubo e esterco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Podem-se seqüestrar até 6 Gt de CO2 equivalente ao ano até 2030, quantidade comparável com as emissões atuais do setor agrícola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas das práticas agrícolas que armazenam mais carbono podem aplicar-se com um custo menor ou até mesmo nulo. A maior parte desse potencial (70%) pode realizar-se nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Com base nas emissões de 1990, se se devolvesse toda a raiz às terras agrícolas na China, poderia seqüestrar-se cerca de 5% das emissões de dióxido de carbono ocasionadas pela queima de combustíveis fósseis no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas zonas agrícolas nos trópicos têm sofrido um severo esgotamento de suas reservas de carbono no solo. Calcula-se que alguns solos nos sistemas agrícolas tropicais tenham perdido de 20 a 80 toneladas de carbono por hectare, liberado em sua maioria na atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agroflorestamento – quando a produção de alimentos combina-se com a plantação de árvores – tem um potencial particularmente elevado para o seqüestro de carbono em zonas tropicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Calcula-se que o armazenamento médio de carbono por meio da aplicação de práticas agroflorestais é de aproximadamente 10 toneladas por hectare em regiões semiáridas, 20 toneladas por hectare em regiões sub-úmidas e 50 toneladas por hectare em regiões úmidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• As taxas de seqüestro dos sistemas agroflorestais de pequena escala nos trópicos são de 1,5 a 3,5 toneladas de carbono por hectare ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turfas: abundância de carbono&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que apenas abarquem uma percentagem diminuta da superfície terrestre, as turfas são, metro por metro, os reservatórios de carbono mais eficazes de todos os ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em média, as turfas armazenam 1,450 toneladas de carbono por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Considera-se que atualmente 65 milhões de hectares das turfas do mundo estão degradados e perdem grandes quantidades de carbono por causa da dissecação; metade dessas perdas ocorre em zonas tropicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• No total, a dissecação das turfas tropicais – sobretudo para a obtenção de óleo de palma e de madeira – ocasiona perdas de carbono de até 0,8 Gt ao ano. Os incêndios nas turfas do sudeste asiático são a causa da metade dessas emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cultivo de biocombustíveis não pode compensar de maneira nenhuma essa emissão de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A combustão do óleo de palma produzido em uma turfa dissecada gera de 3 a 9 vezes a quantidade de CO2 produzido ao queimar carbono, o que equivale a uma dívida de carbono para cujo pagamento se requerem 420 anos de produção de biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reumidecer as turfas e voltar a plantar florestas em áreas desflorestadas pode reduzir consideravelmente as emissões de gases do efeito estufa no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oceanos: próximos da saturação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa-se que os oceanos têm absorvido cerca de 30% das emissões históricas de carbono, pelo que seriam o segundo maior sumidouro de carbono da atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Apesar disso, a capacidade de absorção dos oceanos e das costas – atualmente de 2 Gt ao ano – é finita e vulnerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em alguns estudos assinala-se que a capacidade dos oceanos para absorver carbono poderia alcançar um nível máximo de 5 Gt ao ano até finais deste século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É provável que as oportunidades para aumentar a captura e o armazenamento de carbono estejam nas zonas e nos ecossistemas costeiros, como os pântanos e os manguezais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• As águas litorâneas de até 200 metros de profundidade, que incluem ecossistemas corais e de pasto marinho, talvez absorvam pouco mais de 0,2 Gt de carbono ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Em todo o mundo, os manguezais talvez acumulem ao redor de 0,038 Gt de carbono ao ano, o que indica, considerando a área de cobertura, que seqüestrem carbono mais rapidamente que as florestas terrestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, se não forem controladas, os padrões atuais de uso, exploração e efeitos tornarão os pântanos costeiros e os manguezais em fontes de carbono que deixaram de ser sumidouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• No relatório, estima-se que a perda extensa de habitats costeiros vegetados já tenha reduzido o enterramento de carbono no oceano ao redor de 0.03 Gt ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo da gestão do carbono nos ecossistemas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo da gestão do carbono nos ecossistemas pode ser muito baixo em comparação com outras opções de “energia limpa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A gestão da pecuária, os fertilizantes e a queima de pastos para reduzir as emissões têm um custo de apenas US$ 5 por tonelada de dióxido de carbono equivalente ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O custo da reabilitação de solos e terras degradadas sobe para cerca de US$ 10 por tonelada, enquanto, segundo os cálculos, os custos da captura e do armazenamento tecnológicos de carbono oscilam entre US$ 20 e US$ 270 por tonelada de dióxido de carbono equivalente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial de mitigação econômica das atividades florestais se duplicaria se os preços do carbono aumentassem de US$ 20 por tonelada de dióxido de carbono equivalente a US$ 100 por tonelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Se as emissões de carbono se valorizarem em US$ 100 de CO2 equivalente, em 2030 o setor agrícola ocupará o segundo lugar, apenas depois da construção civil, como o setor potencialmente mais importante para alcançar diminuições de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta escala de preços do carbono, as atividades florestais e a agricultura combinadas seriam mais importantes que qualquer outro setor sozinho e seguiriam sendo muito mais importantes ainda que os preços do carbono fossem mais baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, neste momento o regime climático internacional apenas aborda em parte as emissões derivadas das mudanças no uso do solo, como o desflorestamento, e não oferece incentivos para reduzir as emissões de carbono das florestas e de outros ecossistemas, para não falar de sua conservação como sumidouros de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que os governos que negociem um novo acordo climático em Copenhague em dezembro deste ano dêem o primeiro passo nesta direção, começando a pagar aos países em desenvolvimento pela redução de suas emissões derivadas do desflorestamento e a degradação das florestas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No relatório, destaca-se a necessidade de considerar um sistema de pagamentos mais amplo pelos serviços dos ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os sistemas viventes de nosso planeta têm desenvolvido meios engenhosos, eficientes e rentáveis de gerir o carbono. Enviar os sinais adequados, como preços aos responsáveis pelas decisões econômicas e pelo desenvolvimento sobre o valor de preservar e de manejar eficazmente nossas florestas, pastos e terras cultiváveis, é crucial para o êxito de qualquer estratégia de mitigação das mudanças climáticas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PNUMA e seus sócios, com financiamento do Fundo para o Meio Ambiente Mundial, lançaram um novo projeto entre comunidades do Quênia, do Níger, da Nigéria e da China para avaliar com maior precisão a quantidade de carbono que guardam diferentes ecossistemas e paisagens com diversos regimes de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os achados, que darão origem a uma norma mundial em que poderão basear as decisões sobre investimentos em carbono, deverão estar disponíveis em cerca de 18 meses. “Se a comunidade internacional aceitar este desafio, os sistemas viventes do planeta serão nossos melhores aliados na luta contra uma mudança climática perigosa”, concluiu Steiner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nick Nuttall, Porta-voz e Diretor de Imprensa do PNUMA, no tel.: +254 (0)20 762 3084, celular no Quênia: +254 733 632755, ou em viagem: +41 79 596 5737, ou email: nick.nuttall@unep.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O: Anne-France White, Oficial Associada de Informações do PNUMA, no tel.: +254 (0)20 762 3088; celular no Quênia: +254 (0)728 600 494, ou email: anne-france.white@unep.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O: Xenya Cherny Scanlon, Oficial de Informação, no tel.: +254 (0)20 762 4387, celular: +254 721 847 563, ou email: xenya.scanlon@unep.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O: Rody Oñate, Oficial de Informações, Escritório Regional do PNUMA, 507-3053164, Email: rody.onate@pnuma.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Original disponível em &lt;a href="http://new.unep.org/Documents.Multilingual/Default.Print.asp?DocumentID=589&amp;ArticleID=6206&amp;l=en&amp;t=long "&gt;http://new.unep.org/Documents.Multilingual/Default.Print.asp?DocumentID=589&amp;ArticleID=6206&amp;l=en&amp;t=long &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tradução livre de Oreste Pedro Maia Andrade Jr., do Comitê Brasileiro do PNUMA, no tel.: +55 21 2262 7546, ou email oreste@brasilpnuma.org.br&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8609656989215601276?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8609656989215601276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8609656989215601276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/06/investimento-em-captura-e-armazenamento.html' title='Investimento em captura e armazenamento de carbono à maneira da natureza'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-8162449539760484748</id><published>2009-05-19T12:36:00.001-07:00</published><updated>2009-05-19T12:52:17.015-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Anunciados os Vencedores do Prêmio SEED 2009 de Apoio ao Empreendedorismo Local de Meio Ambiente e Desenvolvimento</title><content type='html'>Nova York, 12 de Maio de 2009 – Os vencedores da edição de 2009 do Prêmio SEED para o Empreendedorismo em Desenvolvimento Sustentável foram anunciados hoje em cerimônia de premiação com recepção de alto nível. O prêmio internacional reconhece inovações em âmbito de empreendedorismo local, ambientalmente responsável e sustentável. A sigla SEED vem do inglês Supporting Entrepreneurs in Environment and Development e significa Apoio aos Empreendedores de Meio Ambiente e Desenvolvimento. O acrônimo da sigla “seed” também significa semente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte iniciativas locais de vários países em desenvolvimento receberam o prêmio deste ano. Juntos, os vencedores representam modelos de empreendimentos promissores de combate à pobreza, de gestão ambiental de águas e de desperdícios, de energia sustentável, de reciclagem e de pesca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prêmio SEED é o carro-chefe da Iniciativa SEED, uma parceria do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia, que contou com a presença de delegados de alto nível de vários governos, da sociedade civil e do empresariado, foi realizada em conjunto com a segunda semana da reunião de 2009 da Comissão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (CDS). Aproveitando a concentração de delegados nacionais que participavam da CDS, a recepção teve por objetivo chamar a atenção para a contribuição que empreendedores locais estão realizando para atingir as metas internacionais de desenvolvimento sustentável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse é um grupo inspirador de empreendedores que demonstram que sustentabilidade ambiental e negócios podem ter objetivos sinergéticos”, disse o Administrador Assistente do PNUD, Olav Kjørven. “É esse tipo de inovação e de empreendedorismo responsável que vai criar empregos, prover segurança alimentar e salvar o meio ambiente. É nosso objetivo no PNUD promover essas idéias de negócios como as sementes (seeds) das economias futuras e como os instrumentos-chave que nos irão permitir cumprir as Metas de Desenvolvimento do Milênio. O PNUD se orgulha de ser um parceiro da Iniciativa SEED e eu parabenizo os vencedores do Prêmio SEED 2009 por suas notáveis realizações e por sua liderança”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prêmio SEED representa uma honra ao mérito na crescente área de prêmios de meio ambiente e desenvolvimento, uma vez que identificam, perfilam e apóiam empresas inovadoras, promissoras e orientadas para atividades locais que trabalhem em parceria com países em desenvolvimento para melhorar o bem-estar, combater a pobreza e administrar os recursos naturais de maneira sustentável. Mais que o prêmio monetário tradicional, os candidatos competem por um pacote de capacitação exclusiva, que permitirá aos vencedores expandirem suas iniciativas e estabelecer parcerias duradouras com diferentes setores.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No discurso de encerramento, Achim Steiner, Sub-Secretário Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, disse: “Os US$ 3 trilhões em pacotes de estímulos destinados a reavivar a economia global podem ser utilizados para manter indústrias moribundas, como as fabricantes de carros altamente poluentes e outras firmas que sobrevivem apenas em função de ajuda governamental, ou podem ser investidos na efetivação de uma economia verde e sustentável para o século XXI”. Os vencedores do Prêmio SEED de 2009 são exemplos destacados de empresas de todo o mundo, que se orientam pela baixa emissão de carbono, pela inovação, pela reciclagem e pelos trabalhos verdes, que não apenas ecoam múltiplos desafios, mas também que, com apenas fração da ajuda bilionária recebida por algumas empresas ineficientes, poderiam transformar-se em novas Microsoft, Siemens, Tata e Unilever, realizando hoje a economia do futuro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o SEED: A Iniciativa SEED identifica, perfila e apóia empresas inovadoras, promissoras e orientadas para atividades locais que trabalhem em parceria com países em desenvolvimento para melhorar o bem-estar, combater a pobreza e a marginalização, e administrar os recursos naturais de maneira sustentável. A SEED desenvolve recursos educativos para a ampla comunidade de empreendedores sociais e ambientais, informa formuladores de política e tomadores de decisão, e objetiva inspirar práticas inovadoras e empreendedoras em relação ao desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SEED é uma rede global fundada em 2002 por PNUMA, PNUD e UICN para contribuir com o cumprimento das Metas do Milênio da ONU e dos compromissos realizados na Cúpula Mundial de Johanesburgo para o Desenvolvimento Sustentável.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parceiros da SEED: O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) e os governos da África do Sul, da Alemanha, da Espanha, dos Estados Unidos, da Índia, da Noruega, dos Países Baixos e do Reino Unido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A competição pelo Prêmio SEED 2009 foi particularmente acirrada. Os vencedores foram selecionados por um júri internacional de especialistas em desenvolvimento sustentável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Diretora Geral da UICN, Julia Marton-Lefèvre, que também participou da cerimônia, disse sobre o alto nível da competição: “Essa quarta edição do Prêmio SEED demonstra ostentadamente que havia um vasto número de idéias inovadoras e efetivas de todo o mundo sobre como implementar o desenvolvimento sustentável. Esses vencedores do SEED são selecionados entre mais de 1100 candidatos de quase 100 países, representando os esforços colaboradores de aproximadamente 5 mil organizações do setor privado, ONGs, grupos femininos, entidades trabalhistas, autoridades públicas, agências internacionais e acadêmicos. Nossa esperança é que com o apoio da SEED eles possam crescer e inspirar iniciativas similares em outros lugares”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além desse Prêmio anual, a Iniciativa SEED, disponível em www.seedinit.org, trabalha para aprender com as experiências de negócios recém-iniciados, a fim de gerar ferramentas e guias de ajuda para todos os empreendedores que estiverem objetivando prover benefícios sociais e ambientais. A última ferramenta, um portal de internet desenvolvido pela SEED em parceria com o Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável e a Comissão de Cooperação Ambiental, foi lançada na recepção. Associado à popular enciclopédia Wikipédia, em www.entrepreneurstoolkit.org, essa ferramenta foi criada de modo que empreendedores sociais e ambientais de todo o mundo possam escrever sobre suas experiências de estabelecimento e gerenciamento de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Vencedores do Prêmio SEED de 2009:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- África do Sul, Namíbia e Botsuana: “Protocolos bioculturais – Perspectivas comunitárias de acesso e partilha de benefícios”. Organizações da sociedade civil mobilizaram esforços para desenvolver protocolos bioculturais com diferentes comunidades autóctones para ajudar a prover um modelo em que elas possam partilhar os benefícios, caso os recursos locais e a expertise forem desenvolvidos com propósitos de orientação para o mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bangladesh: “Conversão solar das tradicionais lâmpadas de querosene”. Uma ONG nacional do país em parceria com uma ONG local e com uma cooperativa desenvolveram um aparelho inovador chamado “SuryaHurricane”, uma lanterna solar de baixo custo feita de partes recicladas das convencionais e populares lanternas de querosene. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bangladesh: “Gerando economia local pela regeneração de recursos locais”. A cooperação entre uma ONG nacional, um instituto de pesquisa e uma pequena empresa objetiva evitar a perda de biodiversidade e a degradação de terras agricultáveis, reciclando resíduos de rizicultura para a produção de cimento que será utilizado na produção de materiais de construção de baixo custo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Brasil: “Programa de um milhão de cisternas (P1MC)”. ONGs locais e associações comunitárias juntaram forças com o governo federal e com agências internacionais para desenvolver e construir um milhão de cisternas para coletar e armazenar as águas pluviais na região semi-árida, trazendo acesso à água potável para famílias rurais pobres.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Brasil: “Uso sustentável de sementes da Amazônia”. Desenvolvimento regional na Amazônia brasileira é o objetivo dos parceiros, que encorajam a organização de cooperativas nas comunidades locais, transferindo-lhes tecnologias e treinando-as para produzir óleos a partir de sementes da Amazônia, o que lhes resulta em aumento de renda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Brasil: “Projeto Piaba do Rio Negro”. Uma ONG nacional, uma cooperativa de pequenos produtores e autoridades públicas estão trabalhando em conjunto para construir um nicho de mercado de peixes ornamentais e para introduzir um sistema de comércio justo por meio da pesca socioambientalmente responsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Burkina Faso: “Quiosques de energia Nafore &amp; Afrisolar”. Uma pequena empresa e algumas ONGs internacionais estão cooperando para prover suprimento de energia sustentável a comunidades pobres, por meio da expansão do uso de “Nafore”, um carregador de telefone com células fotovoltaicas, 100% carregável com energia solar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Colômbia: “Oro Verde® - Facilitando o acesso ao mercado para mineradores”. Uma ONG nacional e associações comunitárias locais estão engajadas em uma iniciativa para reverter a degradação ambiental e a exclusão social produzida pela mineração mecanizada ilegal e descontrolada. Um processo de certificação de minas e um programa de capacitação de mineradores foram criados, sendo que mais de 1000 minas já estão seguindo critérios sociais e ambientais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Colômbia: “Camarões Sustentáveis do Golfo de Morrosquillo”. Os parceiros desse projeto são uma organização comunitária, uma ONG local e uma empresa local que objetivam estabelecer uma cooperativa formada por famílias de tradicionais pescadores no golfo de Morrosquillo, pescando camarões sem gerar emissões de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ilhas Cook: “Ostreicultura inovadora em terra”. Um empreendimento local em parceria com uma ONG nacional está cultivando ostras sob condições controladas de maneira ambientalmente responsável e totalmente sustentável. A piscicultura alivia a pesca de subsistência que equivale a pesca predatória nas lagoas da região, bem como configura uma nova segurança alimentar e uma geração de rendas para as comunidades envolvidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quênia: “MakaaZingira” produz carvão certificado pelo FCS (Forest Stewardship Council) para a conservação e a criação de meios de vida. Uma ONG nacional, uma organização comunitária e uma rede de pequenas empresas objetivam estabelecer um modelo sustentável de eco-carvoaria, ajudando pequenos proprietários de terra a substituir práticas insustentáveis e a gerar benefícios sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quênia: “Recuperação de plásticos integrados e projeto de reciclagem”. Um projeto realizado por uma grande e uma pequena empresa, em parceria com uma ONG nacional, objetiva viabilizar a reciclagem transformadora de resíduos polietilenos em cabos plásticos, melhorando e fortalecendo os meios de vida para mulheres e jovens pobres e marginalizados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quênia, Malauí, Tanzânia e Zâmbia: “Dinheiro Ensolarado – Micro-franquias solares”. ONGs internacionais e organizações comunitárias no Quênia, no Malauí, na Tanzânia e na Zâmbia criaram uma micro-franquia chamada Dinheiro Ensolarado, que recruta, treina e apóia uma crescente rede de empreendedores solares na África Oriental, especialmente pessoas com surdez ou outras deficiências, ajudando-as a construir e a vender peças e aparelhos solares capazes de ligar luzes, rádios e telefones celulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Moçambique: “Iniciativa de Energia Limpa”. Esse projeto objetiva prover eletrificação rural com energia sustentável, gerando empregos locais e promovendo habilidades empreendedoras, oferecendo capacitação técnica na montagem, na instalação e na manutenção de micro-turbinas eólicas. Os parceiros desse projeto são pequenos empresários locais e uma instituição acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Níger: “Almodo”. Uma parceria entre pequenas empresas e uma instituição de pesquisa está desenvolvendo um sistema sustentável e de auto-financiamento para gestão de resíduos sólidos, que contribui para melhorar as condições de vida da população mais pobre, em colaboração com um grupo de mulheres que coleta resíduos sólidos em áreas urbanas pobres das três maiores cidades do Níger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Panamá: “Capacitação para o Plantio”. Uma iniciativa que envolve pequenas empresas em parceria com uma organização comunitária e uma agência internacional está arrecadando capitais privados para aumentar a conservação e prover oportunidades de meios de vida sustentáveis para a população local e, ao mesmo tempo, melhorando a conservação de recursos naturais em biomas frágeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sri Lanka: “Energia Solar, Educação &amp; Pesca”. ONGs nacionais e internacionais, com a cooperação de autoridades públicas, estão trabalhando para expandir o uso de um sistema alternativo de iluminação rural em vilas, por meio da substituição de lâmpadas de querosene por painéis solares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tanzânia: “KOLCAFE – Aumento da lucratividade de pequenos cafeicultores”. Essa iniciativa, envolvendo ONGs nacionais e uma instituição de pesquisa local, objetiva melhorar as finanças dos pequenos cafeicultores e aumentar a produção de café, melhorando práticas agronômicas e agregando valor pela construção de infraestrutura de processamento de produtos e vendendo-os diretamente aos mercados exportadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tailândia: “Banco de carbono e desenvolvimento de vila”. Essa inovadora iniciativa de ONGs nacionais e de uma instituição acadêmica objetiva encorajar, apoiar e melhorar a engenharia florestal das comunidades autóctones pelo comércio de créditos de carbono, a fim de promover uma adaptação exitosa às mudanças climáticas, pelo desenvolvimento socioeconômico de comunidades locais e pela conservação da biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zimbábue: “Ponte para o Mundo”. Uma pequena empresa, uma instituição de pesquisa e uma associação de pequenas proprietárias de terra estão enfrentando o desafio de melhorar os meios de vida rurais e de reverter a severa degradação da terra, por meio de um inovador cultivo orgânico de óleos essenciais, feitos a partir de um arbusto local, o Tarchonanthus camphoratus.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Júri do Prêmio SEED 2009: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vencedores do Prêmio SEED 2009 foram selecionados por um júri internacional independente que dedicou tempo considerável para escolher as mais promissoras candidaturas. Os membros do júri são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Leila Akahloun: Integradora para Programas na África, Ashoka &lt;br /&gt;- Nicole Haeusler: Diretor Administrativo da Mas Contour – Consultoria de Turismo &amp; Planejamento Regional&lt;br /&gt;- Paul Laird: Administrador de Parcerias Corporativas, Earthwatch, Reino Unido &lt;br /&gt;- Juan Mayr Maldonado: ex-Ministro do Meio Ambiente, Colômbia &lt;br /&gt;- Brian Milder: Diretor de Estratégia e Inovação, Root Capital &lt;br /&gt;- Jennifer Morris: Vice-Presidente da Verde Ventures, Conservation International &lt;br /&gt;- Kofi Nketsia-Tabiri: Diretor Regional, E + Co África &lt;br /&gt;- Sarah Timpson: Assessora Sênior para Iniciativas Comunitárias, PNUD &lt;br /&gt;- George Varughese: Presidente do Grupo de Alternativas para o Desenvolvimento, Índia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para maiores informações, favor contatar: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helen Marquard, Diretora Executiva, Secretariado da Iniciativa SEED: +44 7785 706 646 Email: helen.marquard@seedinit.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nick Nuttall, PNUMA no celular +254 733632755 ou no email nick.nuttall@unep.org&lt;br /&gt;Reportagem original em inglês disponível no site do PNUMA, acessível em: http://www.unep.org/Documents.Multilingual/Default.asp?DocumentID=585&amp;ArticleID=6164&amp;l=en&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradução livre de Oreste Pedro Maia Andrade Junior, do Comitê Brasileiro do PNUMA no telefone +55 21 2262-7546 ou no email oreste@brasilpnuma.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-8162449539760484748?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8162449539760484748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/8162449539760484748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/05/anunciados-os-vencedores-do-premio-seed_19.html' title='Anunciados os Vencedores do Prêmio SEED 2009 de Apoio ao Empreendedorismo Local de Meio Ambiente e Desenvolvimento'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-2682268440406810717</id><published>2009-05-11T07:15:00.000-07:00</published><updated>2009-05-11T11:52:20.541-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='notícias'/><title type='text'>Five leaders receive first-ever Green Star Awards</title><content type='html'>&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;b&gt;Brussels, 7 May 2009 – &lt;/b&gt;A Brazilian scientific support centre and a leading Swiss laboratory are among the winners of the inaugural Green Star Awards announced in Brussels today. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The Green Star Awards honour individuals, organisations, and governments who demonstrate outstanding dedication to preventing, preparing for, and responding to the environmental impacts of man-made and natural disasters. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The 2009 winners are Mike Cowing of the United Nations Environment Programme; The Center for Scientific Support in Disaster Situations (CENACID) of Paraná Federal University in Brazil; Spiez Laboratory of Switzerland; the Government of the Netherlands; and the Government of Sweden. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"These first ever recipients of the Green Star Awards have demonstrated immense dedication to and capacity for responding to environmental emergencies and also to helping affected populations both immediately and in the long run. Due to climate change and the increased frequency and severity of such disasters, it is important that the world becomes aware of environmental emergencies and the best way to respond quickly and adequately," said Alexander Likhotal, the President of Green Cross International. . &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The awards are a joint initiative between Green Cross International (GCI), the United Nations Environment Programme (UNEP), and the United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA). &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"These awards highlight the environmental impact of natural and man-made disasters. I hope that by improving awareness of the environmental consequences of such emergencies, we can improve response to future disasters by having more actors involved," said John Holmes, United Nations Under-Secretary-General for Humanitarian Affairs and Emergency Relief Coordinator. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The Green Star Awards recognize the efforts of leaders whose work ultimately contributes to the stability of post-crisis societies, UN Under-Secretary General and UNEP Executive Director, Achim Steiner, said. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"The links between environmental degradation, natural resource depletion and tensions that can evolve into conflicts is becoming ever clearer to the international community and will become ever more challenging unless climate change and unsustainable patterns of development are comprehensively addressed," Mr Steiner said. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;"2009 needs to be a year when the world not only seals the deal on a transformational new climate agreement, but also begins delivering a Green Economy—one that accelerates the fundamental shift to a low carbon and resource efficient future that fosters innovation, decent employment and equity between countries and communities, especially in some of the poorest and most vulnerable parts of the globe," he added. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The new awards scheme provides a platform to promote and increase international participation in preventing, preparing for and responding to a range of environmental disasters. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;An international jury of environmental emergency experts selected the winners – two governments, two organizations and one individual – based on their work in a variety of domains, including international capacity-building missions aimed at helping countries prepare for environmental emergencies and support to international response missions to countries affected by environmental emergencies. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The awards ceremony is held in conjunction with the 8th meeting of the international Advisory Group on Environmental Emergencies (AGEE), which is being hosted this year by the European Commission. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;The seventh meeting of the AGEE in June 2007 recommended that an award be created to highlight the importance of environmental emergencies. They are defined as a sudden onset disaster or accident resulting from natural, technological or human-induced factors, or a combination of these, that cause or threaten to cause severe environmental damage and harm to human health and livelihoods. &lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="ArticleText"&gt;More detailed information on the Green Star Award and all the winners, including biographies and photographs, is available at www.unep.org/greenstar &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-2682268440406810717?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2682268440406810717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/2682268440406810717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/05/five-leaders-receive-first-ever-green.html' title='Five leaders receive first-ever Green Star Awards'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-5134814497873371202</id><published>2009-05-03T09:07:00.001-07:00</published><updated>2009-07-07T19:45:46.549-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Uma experiência de Governança Municipal do Saneamento à luz da Lei Federal 11.445 de 2007</title><content type='html'>&lt;em&gt;Aline Matulja é formanda em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O saneamento é vital para a saúde, acentua o desenvolvimento social, é um bom investimento econômico, melhora a qualidade ambiental, deve ser acessível e é direito de todos os cidadãos do planeta. Estas são as mensagens do Ano Internacional do Saneamento, declarado pela ONU para 2008, com o propósito de fomentar as iniciativas ao redor do mundo, com vistas ao alcance das Metas do Milênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendendo o saneamento como o ato de sanear o ambiente em suas diversas dimensões, incorporando mecanismos para o cuidado da biosfera com relação a todo insumo gerado pela atividade humana, o cenário planetário apresenta- se distante de uma realidade satisfatória. Segundo o Pnud (2006), atualmente, 2,6 bilhões de pessoas não possuem condições limpas e seguras de realizar suas necessidades básicas estando expostas a doenças de veiculação hídrica.&lt;br /&gt;No cenário nacional os dados são igualmente alarmantes. O último diagnóstico apresentado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento em 2005 revela um índice médio de perdas de água de faturamento de 39%. Considerando o índice de cobertura de tratamento de esgotos domésticos de 34%, podemos estimar que uma carga poluidora de aproximadamente 5,4 bilhões de metros cúbicos de esgoto doméstico foi disposta ao ambiente sem nenhum tratamento, o suficiente para encher, aproximadamente, dois milhões de piscinas olímpicas somente naquele ano. Com relação ao cuidado com os resíduos sólidos e a drenagem de águas pluviais, a situação é ainda mais precária, já que são componentes do saneamento muitas vezes ausentes das práticas de gestão pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei Federal 11.445 de janeiro de 2007 surge para preencher o vazio regulatório que, de certa forma, encaminhou a trajetória de abandono com relação ao saneamento na vida dos brasileiros. Trata-se de uma lei de espírito jovem, uma vez que traz fundamentos, objetivos, diretrizes e instrumentos que direcionam a gestão do saneamento à governança. Podemos destacar desta estrutura quatro pontos-chave: os fundamentos de universalização, que determina o caráter de bem público do saneamento; e o de controle social, que esclarece e formaliza a participação social como elemento indispensável à gestão; um novo arranjo institucional para o município, formado por um conselho, uma agência reguladora e fiscalizadora dos serviços, além do órgão prestador dos serviços; e, por fim, a Política e o Plano Municipal de Saneamento, como instrumentos norteadores da gestão, dos investimentos e da prestação dos serviços de indispensável elaboração pelo município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este novo contexto social propõe profundas transformações da gestão local no que diz respeito à tomada de decisão em saneamento básico no município, tornando essencial o diálogo entre os diversos setores da sociedade. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, a governança proporciona mecanismos por meio dos quais os atores envolvidos articulam suas prioridades, exercem seus direitos legais, praticam suas obrigações e mediam suas diferenças.&lt;br /&gt;Nesta direção, o professor Daniel Silva, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina, propõe um Modelo de Governança da Água e do Território que responde à necessidade de empoderamento das comunidades nos processos decisórios. Este poder é assumido pela comunidade por meio da construção de novos padrões para a prática da gestão local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse modelo está sendo aplicado no Projeto Tecnologias Sociais para Gestão da Água, financiado pelo Programa Petrobras Ambiental, e consiste da aplicação dessas tecnologias em quatro municípios catarinenses, de acordo com suas demandas locais. Trata-se de uma parceria entre aUniversidade Federal de Santa Catarina, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Empresa de Pes-quisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).&lt;br /&gt;Uma das aplicações desse Modelo de Governança ocorre no município de Urubici, na Serra Catarinense, com o objetivo de construir os Termos de Referência para a Política e para o Plano Municipal de Saneamento junto a um grupo representativo da comunidade e implicado com a transformação de sua realidade local na direção da sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação desse modelo consiste nos cinco seguintes ciclos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Acordo Inicial compreende a formação de um grupo de trabalho composto pelas principais entidades do município, como organizações sociais, instituições de ensino e pesquisa, Conselhos da Cidade e do Turismo e poder público. Nesse ciclo são esclarecidos os objetivos da pro-posta e trabalhadas as três éticas do desenvolvimento sustentável fundamentais a todo o processo: a cooperação, a solidariedade e a sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Economia de Experiência é a estratégia cultural de valorização da experiência local, conjunto dos esforços ou do abandono que levou a comunidade à situação atual, bem como de identificação das melhores práticas em Governança do Saneamento. Nesse ciclo elabora-se o Dossiê da Economia de Experiência do Saneamento, por meio de dinâmicas de diálogo e reconhecimento da legitimidade da contribuição de cada participante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comunidade de Aprendizagem constitui uma estratégia pedagógica do processo em que o grupo acorda em construir o conhecimento que seja útil para si e para a transformação da realidade de sua comunidade. Os temas abordados foram: conceito de saneamento, o espírito da Lei 11.445/07 e sua sinergia com as demais leis federais de desenvolvimento sustentável; capacitação em ferramentas para o reconhecimento do território como GPS e programas computacionais para o geo-referenciamento das demandas de saneamento. Como produto desse ciclo temos um banco de dados e um Mapa de Demandas de Saneamento com informações reconhecidas e geo-referenciadas pela comunidade. Com base nos construtos dos ciclos anteriores, a comunidade está pronta para entrar no quarto ciclo. Neste momento, o projeto encontra-se nesta transição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ciclo da Gestão Local diz respeito ao empoderamento das comunidades para sua participação estratégica e qualificada na elaboração da Política Municipal de Saneamento e do Termo de Referência para seu Plano Municipal em sinergia com as políticas públicas de desenvolvimento sustentável local do município. O princípio desse ciclo é o diálogo e o reconhecimento da complexidade da realidade municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o ciclo de Avaliação e Prospecção compreenderá a reflexão quanto aos avanços alcançados e o planejamento para implementação das novas estratégias. Tendo em mãos os produtos desse projeto, espera-se abrir perspectivas de financiamento para a construção do Plano Municipal de Saneamento de Urubici, garantindo de forma definitiva a atenção contínua a essa questão. Além disto, destaca-se a necessidade em fazê-lo de forma articulada a outras demandas sociais para o desenvolvimento sustentável local, como o Uso Sustentável da Floresta de Araucária, o Turismo Educativo e a Proteção das Águas Nascentes e da Zona de Recarga Direta do Aqüífero Guarani. Acreditamos que o caminho para o sanear do ambiente passe pelo empoderamento de uma comunidade de conhecimentos, ferramentas e sobretudo éticas para cuidar de si como parte do todo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-5134814497873371202?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5134814497873371202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/5134814497873371202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/05/uma-experiencia-de-governanca-municipal.html' title='Uma experiência de Governança Municipal do Saneamento à luz da Lei Federal 11.445 de 2007'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-6714675739150843067</id><published>2009-05-03T09:06:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T09:07:07.087-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Cúpula Empresarial Mundial sobre Mudanças Climáticas</title><content type='html'>24 a 26 de maio, em Copenhague (Dinamarca). Realização: Conselho Empresarial Mun. dial para o Desenvolvimento Sustentável. Informações: &lt;a href="http://www.wbcsd.org/"&gt;www.wbcsd.org&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-6714675739150843067?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6714675739150843067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/6714675739150843067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/05/cupula-empresarial-mundial-sobre.html' title='Cúpula Empresarial Mundial sobre Mudanças Climáticas'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-7514210147244528797</id><published>2009-05-03T09:05:00.001-07:00</published><updated>2009-07-07T19:46:17.246-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Integrar a política ambiental do Estado do Rio de Janeiro e atender às demandas da sociedade</title><content type='html'>&lt;em&gt;Marilene Ramos é secretária de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo do Estado do Rio de Janeiro criou, pela Lei 5.101, de 4 de outubro de 2007, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que tem a missão de proteger, conservar e recuperar o meio ambiente para promover o desenvolvimento sustentável. O novo instituto, que instalamos em 12 de janeiro de 2009, unifica e amplia a ação dos três órgãos ambientais vinculados à Secretaria de Estado do Ambiente (SEA): a Fundação Estadual de Engenharia e Meio Ambiente (Feema), a Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF).&lt;br /&gt;No entanto, mais do que a fusão dos três órgãos, o instituto nasce com a pretensão de ser um órgão ambiental de referência. Nossa meta é exercer papel estratégico na agenda de desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro com quadro técnico qualificado e valorizado. Para isso, o Inea contará com 214 novos técnicos concursados, que já começaram a se somar aos cerca de 1.000 servidores oriundos dos órgãos extintos, renovando assim em 25% o efetivo total da área ambiental.&lt;br /&gt;O Inea chega com o grande feito de ter realizado, em 2008, o primeiro concurso público para a área ambiental no Estado do Rio de Janeiro. O concurso do Inea integra a estratégia do governo Sérgio Cabral de renovar o quadro técnico do Estado.&lt;br /&gt;Além disso, o órgão já nasce com sede própria: um prédio especialmente adquirido, situado na Avenida Venezuela, 110, Praça Mauá, no Centro do Rio. Nesse prédio, também está instalada a SEA, o que torna o imóvel a verdadeira Casa da Natureza, permitindo uma atuação integrada da nossa secretaria responsável pela formulação da política ambiental e o seu principal órgão executivo.&lt;br /&gt;Uma das muitas novidades do Inea é sua atuação descentralizada por meio de suas nove superintendências regionais, correspondentes às regiões hidrográficas do estado, integrando assim a gestão ambiental e a de recursos hídricos. As superintendências regionais terão autonomia, inclusive para expedir licenças ambientais para atividades de pequeno porte.&lt;br /&gt;Temos um grande desafio de integrar a política ambiental do estado e atender às demandas da sociedade nas questões ambientais, oferecendo agilidade no atendimento, mecanismos de controle, acompanhamento e participação.&lt;br /&gt;O Inea tem ainda uma corregedoria autônoma, ligada a sua presidência, e uma ouvidoria que, além de dar voz à população, facilita a repressão à corrupção e à má atuação de agentes e fiscais.&lt;br /&gt;O Inea não é simplesmente a fusão dos antigos três órgãos ambientais do governo estadual. A idéia é estabelecer uma nova cultura para tratar a questão ambiental no Estado do Rio de Janeiro. As diretrizes foram trabalhadas durante um ano, desde a promulgação da lei até a sua implantação. Culturalmente, pretendemos mudar uma série de questões na forma de trabalhar a área ambiental.&lt;br /&gt;O licenciamento ambiental, por exemplo, será um dos temas de maior atenção do Inea. Atualmente, a concessão de licenças se transformou em um serviço quase cartorial, dada a burocracia e o excessivo número de órgãos envolvidos no processo.&lt;br /&gt;Não se consegue pensar meio ambiente afogado em processos de licença. Um dos focos principais da política do Inea, portanto, será a formulação de novos caminhos para tratar o licenciamento. O instituto vai mudar a sistemática para que tenhamos mais eficiência e regras legais para que uma atividade possa se estabelecer. A idéia é reduzir o tempo de análise dos processos, atualmente de dois anos em média, para dois meses, no caso de projetos de baixa complexidade.&lt;br /&gt;Para projetos de maior complexidade, o Inea vai ativar o princípio de responsabilidade técnica, que hoje não é aplicado no setor ambiental, e concentrar mais tempo e pessoal para trabalhar licenciamentos que exigem EIA (Estudo Prévio de Impacto Ambiental) e Rima (Relatório de Impacto Ambiental), estes em número cada vez maior no estado, em razão dos fortes investimentos para a instalação de indústrias pesadas.&lt;br /&gt;A criação do Inea não vai provocar nenhum tipo de descontinuidade ou mudança de orientação à gestão ambiental traçada desde o início do governo Sérgio Cabral, quando o então secretário do Ambiente Carlos Minc, atual ministro do Meio Ambiente, estabeleceu as bases da questão do licenciamento ambiental, um dos pilares da nova política de governo para o ambiente.&lt;br /&gt;A orientação do governador Sérgio Cabral é a de continuar fazendo o licenciamento ambiental seguindo estritamente os critérios técnicos. Com a instalação do Inea, não haverá mudança de rumo em relação à política que o ex-secretário Minc implantou, em janeiro de 2007, e que estamos dando prosseguimento.&lt;br /&gt;Vamos agilizar os processos de licenciamento ambiental e dispensar a forte burocracia que emperrava não apenas a concessão de licenças, mas o próprio desenvolvimento do estado.&lt;br /&gt;Antes da criação do Inea, o empreendedor pedia a licença ambiental na Feema, a outorga na Serla e a supressão de vegetação junto ao IEF. Agora, fará isso tudo num único processo, de uma forma muito ágil e precisa, pela Diretoria de Licenciamento do Inea, que dará todas as licenças.&lt;br /&gt;Com recursos já alocados do Fundo Estadual de Controle Ambiental (Fecam) para a construção de nove superintendências regionais, o Inea espera que no prazo de um ano as casas do Ambiente (sedes que serão construídas com características funcionais de prédios ecológicos) estarão concluídas.&lt;br /&gt;As superintendências regionais do Inea foram criadas para assistir às demandas a partir das bacias hidrográficas mais importantes do Estado do Rio de Janeiro, distribuídas pelas seguintes bacias hidrográficas: Baía de Guanabara (que inclui o complexo lagunar de Niterói e Barra da Tijuca); Baía da Ilha Grande; Médio Paraíba; Baixo Paraíba/Noroeste Fluminense; BNG2 (Bengala/Negro/Grande); Lagos/São João; Piabanha; Guandu; e Macaé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-7514210147244528797?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7514210147244528797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/7514210147244528797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/05/integrar-politica-ambiental-do-estado.html' title='Integrar a política ambiental do Estado do Rio de Janeiro e atender às demandas da sociedade'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6384514983435563927.post-4027945365855735866</id><published>2009-05-03T09:02:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T09:03:52.850-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agenda'/><title type='text'>Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, COP 15 (15ª Conferência das Partes – COP 15)</title><content type='html'>30 de novembro a 11 de dezembro, em Copenhague (Dinamarca). Realização: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.Informações pelo tel. (61) 329-2113 ou pelo email unep. &lt;a href="mailto:brazil@undp.org.br"&gt;brazil@undp.org.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6384514983435563927-4027945365855735866?l=www.brasilpnuma.org.br%2Fblog.htm' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4027945365855735866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6384514983435563927/posts/default/4027945365855735866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.brasilpnuma.org.br/2009/05/conferencia-das-nacoes-unidas-sobre.html' title='Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, COP 15 (15ª Conferência das Partes – COP 15)'/><author><name>Instituto Brasil PNUMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12020536095204342384</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16638672645137117708'/></author></entry></feed>